
Homem que teria matado Anderson Willian Ortiz, em 2017, será julgado nesta sexta-feira
O homicídio ocorreu no dia 26 de dezembro de 2017 em uma residência localizada no Bairro Colina Verde, na Região do Cascavel Velho. ...
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Por Fábio Wronski

No início da tarde desta sexta-feira (19), será realizado, no Fórum da Justiça Estadual de Cascavel, o julgamento sobre a morte de Anderson Willian Ortiz, que na época do crime tinha 24 anos.
O homicídio ocorreu no dia 26 de dezembro de 2017 em uma residência localizada no Bairro Colina Verde, na Região do Cascavel Velho.
Segundo a denúncia do Ministério Público, M. H. D. teria chegado até a residência da vítima, onde também estava a esposa Katlen Aline Gomes dos Santos e os filhos do casal e chamado por Anderson.
O homem teria saído na área do imóvel e ficou durante alguns segundos conversando com um atirador. Na sequência, esta pessoa teria iniciado os disparos, quando Anderson correu para dentro da casa, mas morreu baleado. A companheira de Anderson, que estava dentro de casa, acabou baleada no pé.
No inquérito da Polícia Civil, que realizou a investigação, os investigadores destacaram que o imóvel era conhecido pela intensa traficância e no bairro vigorava uma “lei do silêncio”.
Ainda conforme a Delegacia de Homicídios, a esposa de Anderson também foi atingida no tornozelo e não quis colaborar com as investigações por medo de represálias. Porém, posteriormente, entrou em contato com a Polícia e disse que M. H. D. foi o autor do crime.
Ela também aduziu que por meio de informações extraoficiais soube que Anderson pegava drogas do “Damásio”, que vendia drogas para todos no local.
Também durante a investigação, o réu negou a autoria delitiva e disse que conhecia a vítima Anderson, já que todos se conheciam na comunidade.
Ele foi detido com a arma utilizada no homicídio, sendo que afirmou que comprou uma arma de fogo de “J. G.”, mas, quando estava indo vender esta, acabou sendo preso. Relatou também que desconhecia que a arma comprada foi utilizada no crime praticado contra Anderson.
Desta forma, testemunhas, peritos e outros envolvidos na formulação do inquérito serão ouvidos nesta tarde, a partir das 13h, no Fórum para que a sentença pela condenação ou não do réu seja proferida pelo Conselho de Sentença.
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