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Motociclista que morreu na Av. Barão do Rio Branco era soldador e deixa dois filhos

O corpo deverá ser liberado aos familiares somente na manhã desta sexta-feira (10), o que deixou a família ainda mais angustiada......

Publicado em

Por Ricardo Oliveira

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Familiares do motociclista Mario de Castro Lobo Neto, de 50 anos, que morreu em um grave acidente na Avenida Barão do Rio Branco, estiveram nesta noite no IML de Cascavel.

O homem que era morador da Região Norte da cidade deixa esposa e dois filhos. Uma das filhas da vítima se formará em enfermagem neste sábado (11), segundo as informações da família.

Mario atuava como soldador em uma empresa de furgões e retornava do trabalho, segundo o cunhado, Dimas Farias.

Na sede do IML, Dimas conversou com a CGN e reclamou do fato de não haver profissionais no Instituto Médico Legal pela madrugada para realização de exames. O fato causou incômodo a família, que terá que esperar até a manhã desta sexta-feira (10) para que o corpo seja liberado. “Fomos pegos de surpresa pela morte e quando chegamos aqui somos informados que o corpo será liberado só amanhã de manhã. A família vai ficar no sofrimento até amanhã?”, questiona Dimas.

Posicionamento do IML de Cascavel:

A CGN procurou informações com o Instituto Médico Legal (IML) de Cascavel para saber maiores informações que explicariam a demora nos procedimentos de necrópsia.

Em resposta, foi colocada à tona a previsão legal do Código de Processo Penal, em seu artigo 162, que diz:

“A autópsia será feita pelo menos seis horas depois do óbito, salvo se os peritos, pela evidência dos sinais de morte, julgarem que possa ser feita antes daquele prazo, o que declararão no auto. Parágrafo único.  Nos casos de morte violenta, bastará o simples exame externo do cadáver, quando não houver infração penal que apurar, ou quando as lesões externas permitirem precisar a causa da morte e não houver necessidade de exame interno para a verificação de alguma circunstância relevante.”

No caso do motociclista Mario de Castro Lobo Neto e de outros semelhantes, houve necessidade de espera por questões naturais de reação do corpo para que sejam feitos, então, os exames com pareceres fiéis à causa-morte.

O IML reiterou, ainda, que, apesar de entender o sentimento dos familiares, deve seguir os procedimentos protocolares de espera, previstos em lei.

O Instituto reforçou, também, que os horários em que não são realizados necrópsias compreendem das 23h às 7h.

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