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Encontro em Foz do Iguaçu destaca importância da ciência forense para a segurança e a sociedade

Nove autoridades da área palestraram nas plenárias master da InterForensics 2021. “Essas discussões fomentam a reflexão no sentido de buscar avanços para as ciências forenses do...

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Por Deyvid Alan

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A InterForensics 2021, maior evento de ciências forenses da América Latina, realizado em Foz do Iguaçu (Oeste), encerrou nesta sexta-feira (05) após três dias de debates e troca de experiências de profissionais e especialistas do Brasil e do Exterior. O encontro defendeu o uso de tecnologia, a troca de experiências e integração, o aprofundamento de estudos e a padronização de procedimentos para fortalecer as ciências forenses e enfatizar a importância da perícia para a segurança pública e para a sociedade.

Nove autoridades da área palestraram nas plenárias master da InterForensics 2021. “Essas discussões fomentam a reflexão no sentido de buscar avanços para as ciências forenses do Brasil e, no nosso caso, ao Paraná, que hoje já é referência em vários estudos, projetos e ações no País”, disse Luiz Rodrigo Grochocki, diretor da Polícia Científica do Paraná e coordenador da XIII Conferência Internacional em Crimes Cibernéticos (ICCyber). “Por meio da nossa Academia temos incentivado a pesquisa e a continuidade constante de estudos aprofundados que, certamente, ainda vão marcar a história da Polícia Científica paranaense”.

O secretário nacional da Segurança Pública, Carlos Renato Paim, participou do evento e ressaltou a importânciada perícia no Brasil. “Temos vários projetos em andamento na Senasp em prol das polícias científicas do País”, afirmou. 

O perito forense português do Alto-Comissariado de Direitos Humanos da ONU, Nuno Duarte Vieira, ministrou palestra sobre Medicina Legal e Perícias Médicas, com foco na ação humanitária forense em situações de desastres ou catástrofes naturais ou provocadas pelo homem.

Vieira valorizou a participação das forças de segurança em ações humanitárias forenses, que segundo ele são essenciais neste trabalho. “As instituições policiais possuem conhecimentos específicos e de alguma forma ajudam a aliviar o sofrimento dos familiares, na busca e identificação dos corpos, por exemplo”, disse.

Segundo Vieira, o componente básico de uma ação humanitária forense acontece, principalmente, quando as pessoas morrem durante as guerras, catástrofes ou migrações. Os corpos, afirmou, devem receber o tratamento profissional, os restos mortais precisam ser encontrados, recuperados, documentados e, quando possível, identificados.

MEIO AMBIENTE – O representante do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Niro Higuchi, falou sobre “As ciências forenses e a conservação ambiental para a atual e futuras gerações”. Ele abordou as tecnologias e metodologias de perícia em crimes ambientais, que permitem, por exemplo, a diferenciação de espécies entre amostras vegetais, adaptação por carbono 14 em acelerador de partículas, recuperação da informação de altura de árvores já tombadas.

O pesquisar também destacou a utilização do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC) como parâmetro para reduzir incertezas e aumentar confianças em análises ambientais forenses.

Fonte: AEN

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