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Imagem referente a BC: venda à vista de dólar em dezembro somou US$ 9,585 bilhões

BC: venda à vista de dólar em dezembro somou US$ 9,585 bilhões

Quando promove um leilão, o BC liquida efetivamente a venda em D+2 – ou seja, dois dias após a operação. O total de US$ 9,585 bilhões...

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Por Agência Estado

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Imagem referente a BC: venda à vista de dólar em dezembro somou US$ 9,585 bilhões

O Banco Central informou nesta quarta-feira, 8, que a venda à vista de dólares ao mercado financeiro no mês de dezembro somou US$ 9,585 bilhões.

Quando promove um leilão, o BC liquida efetivamente a venda em D+2 – ou seja, dois dias após a operação. O total de US$ 9,585 bilhões de dezembro leva em conta todas as operações liquidadas ao longo do mês.

Em novembro, o BC havia vendido US$ 4,461 bilhões em operações à vista e, em outubro, US$ 8,675 bilhões.

Entre 2013 e 2018, o BC não promoveu nenhuma operação com dólar à vista.

Leilões de linha

Para atender à demanda por moeda no fim de ano, quando multinacionais e fundos intensificam remessas ao exterior, o BC vendeu em dezembro um total de US$ 1,750 bilhão por meio de leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra no futuro).

Reserva de resultado

O BC informou ainda que encerrou o segundo semestre de 2019 com lucro de US$ 42,643 bilhões em suas operações cambiais. Este valor será transferido agora para a chamada “reserva de resultado cambial”, criada no ano passado.

Esta dinâmica faz parte da nova relação estabelecida entre o Banco Central e o Tesouro Nacional, através da Lei nº 13.820. Por meio da reserva de resultado cambial, a cada seis meses, o BC fará o ajuste de sua relação com o Tesouro. Sempre que o BC obtiver lucro na conta cambial, estes recursos serão transferidos para a reserva de resultado. Já a parcela do lucro do BC não ligada ao câmbio continuará sendo transferida normalmente para o Tesouro.

Por sua vez, em momentos de prejuízo do BC com o câmbio, a reserva de resultado servirá para cobrir o rombo, sem que o Tesouro precise emitir títulos públicos para o BC, como ocorria antes. A expectativa é de que esta nova dinâmica, também adotada por outros países, favoreça o controle da dívida pública, já que a emissão de títulos deixará de ser feita.

O segundo semestre de 2019 foi o primeiro período de seis meses de funcionamento da nova relação. Como o BC obteve lucro em suas operações cambias no semestre – considerando a equalização das reservas internacionais e os swaps cambiais -, o valor será transferido para a reserva de resultado. Ao final do primeiro semestre de 2020 ocorrerá novo ajuste.

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