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Imagem referente a Polícia descarta que helicóptero tenha sido derrubado a tiros em Ponta Porã

Polícia descarta que helicóptero tenha sido derrubado a tiros em Ponta Porã

“O helicóptero não foi abatido, eles caíram porque se desorientaram ao voar muito baixo”, comenta. A tática era uma forma de evitar que o helicóptero fosse...

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Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a Polícia descarta que helicóptero tenha sido derrubado a tiros em Ponta Porã

A Policia Civil descartou a hipótese de que o helicóptero Robinson R66, que caiu nesta quarta-feira (20) em Ponta Porã matando duas pessoas carbonizadas, tenha sido derrubado a tiros. A aeronave transportava 246 quilos de cocaína. De acordo com a delegada Ana Cláudia Medina, diretora do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado), não foram encontrados sinais de disparos na fuselagem da aeronave.

“O helicóptero não foi abatido, eles caíram porque se desorientaram ao voar muito baixo”, comenta. A tática era uma forma de evitar que o helicóptero fosse detectado pelo sistema de controle de tráfego aéreo da Aeronáutica. A queda teria ocorrido por volta das 4h, ainda segundo Medina.

Os levantamentos na fazendo onde a aeronave caiu foram realizados durante todo o dia por equipe do Dracco com o apoio da 1ª DP (Delegacia de Polícia) de Porã Porá e SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil de Fátima do Sul. A queda ocorreu a 60 quilômetros da sede da Fazenda Jotabasso e a 30 km da BR-463, que liga Ponta Porã a Dourados.

Os destroços do helicóptero foram apreendidos e encaminhados para a sede do Dracco na Capital. Já os corpos dos suspeitos foram encaminhados para o Imol (Instituto Médico de Odontologia Legal) de Ponta Porã onde serão submetidos a exames periciais e papiloscópicos, para a confirmação das identidades.

Campo Grande News apurou que o mesmo helicóptero que caiu hoje tinha sido visto sobrevoando a região de fronteira há cerca de 20 dias, também em baixa altitude. A suspeita é que a aeronave tenha levantado voo da região de Antônio João e levaria a cocaína para São Paulo.

Pelo prefixo PR ITT identificado na fuselagem, o Robinson está registrado em nome de uma empresa de Taubaté (SP), mas existe possibilidade de os dados serem falsos. Dentro do helicóptero havia um galão de combustível. O Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado), dará continuidade na investigação para confirmar a origem e o destino da droga, além do possível envolvimento de outros traficantes no transporte da droga.

Fonte: Campo Grande News

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