
Mercado e consumidores se preparam para Black Friday
Compras on-line tendem a continuar em alta no evento...
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Por Redação CGN

A menos de um mês para o maior evento do comércio mundial, empresas e consumidores já fazem planos para a Black Friday. Segundo esta pesquisa da consultoria E-bit/Nielsien, o varejo brasileiro pode movimentar R$ 110 bilhões aproximadamente este ano.
A aceleração da vacinação e volta à normalidade são apontados como motivos para que os consumidores se sintam mais confiantes para as compras. No entanto, apesar de as lojas físicas estarem recebendo mais clientes, a possibilidade é grande de muitos continuarem comprando on-line, até porque, a Black Friday brasileira está mais presente nos meios digitais.
Compras digitais serão ainda mais presentes na Black Friday
Segundo os insights da plataforma Black Friday Globo, no ano passado, os consumidores compraram 26% mais nos meios digitais. Como a pandemia ainda não estava controlada, parte desse número se deve às pessoas que não estavam saindo tanto de casa.
No entanto, a experiência anterior pode ser um fator determinante para a Black Friday de 2021. Alguém que nunca tenha comprado digitalmente antes, e participou do evento do ano passado, pode considerar repetir o meio da compra. Ou seja, em vez de buscar promoções nas lojas físicas, essa pessoa iria procurar as novidades pela internet.
Além do mais, as empresas já perceberam o quão importante é ter presença on-line. Por conta disso, a maior parte delas está investindo nos canais digitais, o que inclui usabilidade dos sites, engajamento nas redes sociais e, claro, divulgação.
Atualmente, os consumidores entendem que a marca é a mesma (ou deveria ser) em todos os lugares. Esse aspecto explica o crescimento do omnichannel, ou seja, integração da comunicação e atendimento das empresas. Por exemplo: uma pessoa que comece a pesquisar um produto pela internet pode tirar uma dúvida pelo telefone ou solicitar que a retirada seja feita na loja.
Outra tendência que tem aumentado é a de reproduzir a experiência offline no online. Nesse sentido, é possível citar os panfletos e catálogos digitais. Como os consumidores já conhecem esse tipo de divulgação, é mais fácil que entendam e confiem nas informações que veem na internet.
Devido a isso, existem até sites e plataformas que são especializados na divulgação de diferentes marcas. O principal deles é o Portafolhetos.com.br. O portal, que pode ser acesso do computador, celular ou tablet, possui as revistas eletrônicas de vários varejos, incluindo Natura, Americanas, Carrefour, Casas Bahia e muito mais.
Black Friday é oportunidade para economizar na crise
Nos últimos meses, os brasileiros foram surpreendidos pela alta nos preços de vários produtos. Desde itens básicos como arroz e feijão até televisores e celulares, todo o mercado foi atingido por uma inflação que chega a mais de 10% nos últimos 12 meses.
Para quem pretende comprar algo específico, como um fone ou notebook, a Black Friday pode ser uma oportunidade para encontrar preços mais acessíveis. No entanto, é importante que os consumidores fiquem atentos.
Antes de finalizar uma compra, vale ter certeza de que aquela oferta é realmente válida. Para isso, é fundamental fazer uma consulta prévia para entender as médias do mercado. Por exemplo: se um fone agora custa R$ 90, seria interessante que durante o evento estivesse valendo R$ 70 ou até menos.
Esse discernimento, porém, só é atingido quando o comprador tem uma noção prévia dos custos. Como os preços aumentaram bastante do ano passado para cá, esperar algo em torno de R$ 50 (para determinado fone), por exemplo, pode ser ilusório.
Diante da arrancada dos preços e do mercado competitivo, mais do que nunca, o importante é pesquisar. Seja em sites, nas redes sociais ou em catálogos online, vale aproveitar as informações disponíveis para comparar preços e fazer boas escolhas durante a Black Friday.
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