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Advogado acusado de matar pai e irmã é julgado nesta terça-feira (19)

Todos os protocolos de segurança sanitária estabelecidos pela Diretoria de Saúde do TJSC, como distanciamento, disponibilização de álcool em gel e restrição da entrada de pessoas...

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Por Redação CGN

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da comarca de São Bento do Sul vai julgar nesta terça-feira (19/10) um acusado de duplo homicídio ocorrido em setembro de 2018, no bairro Brasília. A sessão teve início às 9 horas, no Salão do Júri do Fórum, e será presidida pelo juiz Fernando Curi. O acusado é advogado.

Todos os protocolos de segurança sanitária estabelecidos pela Diretoria de Saúde do TJSC, como distanciamento, disponibilização de álcool em gel e restrição da entrada de pessoas no ambiente de julgamento, serão observados na ocasião.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o réu fez uso de arma de fogo para matar seu pai e sua irmã, de apenas 19 anos de idade. Ele teria ido ao escritório onde estavam as duas vítimas, parado junto à porta e iniciado uma conversa. Poucos segundos depois, o homem sacou uma arma de fogo e efetuou o primeiro disparo contra seu pai.

Consta nos autos que, mesmo gravemente ferido, o homem saiu do recinto e tentou conter o réu. Sem munição na arma, o acusado afastou-se para recarregá-la e foi seguido pela vítima. Logo após, em virtude dos ferimentos, o pai do acusado caiu ao chão, impossibilitado de se defender. O réu aproveitou-se da situação para terminar de recarregar sua arma e efetuar mais um disparo na cabeça de seu pai.

De volta ao escritório, ao constatar que sua irmã havia trancado a porta e telefonava para a polícia militar, o acusado efetuou um disparo contra a porta. Como não conseguia entrar na sala, deslocou-se até a janela lateral e, através dela, efetuou outros disparos contra a irmã, que atingiram braço e cabeça e foram causas eficientes de sua morte.

Conforme a denúncia do promotor de justiça Djônata Winter, o crime foi cometido por motivo torpe, relacionado ao destino dos bens do pai. Segundo informações do processo, o réu não aceitava o reconhecimento da filiação da moça, realizado poucos anos antes, bem como suas consequências quanto ao destino dos bens acumulados por seu pai. O réu desde então está preso na Penitenciária Regional de Itajaí

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