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Com um fígado novo doado pelo pai, Bernardo é a prova da importância da doação de órgãos

A doação de órgãos é um assunto que precisa ser debatido nas reuniões de família, nas rodas de amigos, na mesa do bar, nos parques, pois...

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Por Deyvid Alan

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Hoje (27) é comemorado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, um assunto muito importante que precisa ser conversado para que outras pessoas tenham a possibilidade de retomar a vida após receber um transplante.

A doação de órgãos é um assunto que precisa ser debatido nas reuniões de família, nas rodas de amigos, na mesa do bar, nos parques, pois apenas a família da pessoa que partiu é que poderá autorizar que a doação seja feita. Deixar a família ciente do seu desejo é a única maneira de garantir que esse gesto de amor e compaixão de fato aconteça.

A CGN conversou nesta segunda-feira (27) com a Coordenadora da Organização de Procura de Órgãos da Décima Regional de Saúde de Cascavel, Patrícia Duarte. Na entrevista, Patrícia falou sobre a importância da doação de órgãos e também a necessidade de se falar sobre o tema. Ela contou alguns mitos muito prejudiciais em torno da doação e contou também sobre as doações feitas em vida.

Esse é o caso do pequeno Bernardo Baldoino, que recebeu um 30% de um fígado novo doado pelo próprio pai, Alan Júnior. Bernardo é a prova viva da importância da doação de órgãos para quem precisa e aguarda uma nova oportunidade de viver bem.

Quem olha para esse menino, hoje com três anos, nem imagina como o pequeno lutou desde cedo após ter nascido com com atresia de vias biliares. Com apenas seis meses de idade, Bernardo passou por um transplante de fígado que foi doado pelo pai, e hoje vive com muita saúde.

Depois do transplante, a cada seis meses Bernardo volta à São Paulo para fazer exames e ver se está tudo certo com o novo órgão.

Juliana, a mãe de Bernardo, contou que apesar de estar muito feliz com a vitória do filho, compartilha a tristeza de várias mães que aguardam um transplante para o filho e não encontram um doador compatível. Ela destacou ainda que muitas crianças acabam não resistindo a espera por um órgão e morrem na fila.

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