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Imagem referente a Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em Goioerê na quarta fase da Operação Di Venezia, que combate exploração de jogos de azar

Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em Goioerê na quarta fase da Operação Di Venezia, que combate exploração de jogos de azar

Com as medidas, o Ministério Público do Paraná busca desarticular um grupo que atua na exploração de jogos de azar (bingo eletrônico e caça-níqueis) em Ponta...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em Goioerê na quarta fase da Operação Di Venezia, que combate exploração de jogos de azar

Na manhã desta quarta-feira, 22 de setembro, o Ministério Público do Paraná, por meio do núcleo de Ponta Grossa (nos Campos Gerais) do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou a quarta fase da Operação Di Venezia, destinada a apurar delitos de exploração de jogos de azar, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva. São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal de Ponta Grossa, em três residências e uma empresa na cidade de Goioerê.

Com as medidas, o Ministério Público do Paraná busca desarticular um grupo que atua na exploração de jogos de azar (bingo eletrônico e caça-níqueis) em Ponta Grossa, mas que tem origem em Goioerê, com foco especificamente nos mecanismos de financiamento da atividade ilícita e de lavagem dos ativos, assim como em possível pagamento de propina a agentes públicos.

A Operação Di Venezia foi iniciada em outubro de 2017. Nos quatro anos de investigação, o MPPR já ofereceu nove denúncias contra 27 réus, pelos delitos de organização criminosa, exploração de jogos de azar, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, corrupção passiva e tráfico de influência. Houve ainda o fechamento de 13 casas de exploração de jogos de azar em Curitiba e Ponta Grossa, a apreensão de veículos e o sequestro de três imóveis obtidos com o lucro da contravenção. Dois policiais militares já foram condenados por corrupção e por integrarem a organização criminosa, repassando informações sobre ações policiais e protegendo os contraventores. Três outros réus foram condenados por lavagem de dinheiro. Os demais réus aguardam os julgamentos em liberdade.

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