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Bruna Linzmeyer: Ser sapatão é identificação cultural, pertencimento emocional

“Quando vi, eu não dançava mais, não bebia, não amava. Parei até de escrever. Ela me fez duvidar de mim, da minha escolha, do meu desejo”,...

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Por Agência Estado

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Bruna Linzmeyer afirma que, por muito tempo, não conseguiu assumir a homossexualidade e essa situação foi perpetuada, segundo ela, por causa da analista.

“Quando vi, eu não dançava mais, não bebia, não amava. Parei até de escrever. Ela me fez duvidar de mim, da minha escolha, do meu desejo”, disse. A atriz participou de uma série de entrevistas feitas pelo jornal O Globo.

A artista também disse que as pessoas que lutam para viver a sexualidade com liberdade são muitas. “Somos diferentes também, depende de onde a gente mora, da cor da nossa pele, das escolhas de cada um. A gente tem construído uma cultura lésbica”, explica.

Bruna Linzmeyer acrescentou: “Ser sapatão não é só sobre amar ou fazer sexo com mulheres. Para além de sexo e romance, é uma identificação cultural, um pertencimento emocional, um lugar no mundo”.

A atriz namora a DJ e artista visual Marta Supernova.

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