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Imagem referente a MPPR obtém a prisão de denunciado por furar fila de vacinação que agora burlou sistema e tomou 3ª dose contra o coronavírus

MPPR obtém a prisão de denunciado por furar fila de vacinação que agora burlou sistema e tomou 3ª dose contra o coronavírus

O pedido de preventiva decorre do fato de o réu ter incorrido em novo ilícito: dessa vez ele conseguiu burlar o Sistema de Informação do Programa...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a MPPR obtém a prisão de denunciado por furar fila de vacinação que agora burlou sistema e tomou 3ª dose contra o coronavírus

Em Apucarana, Norte-Central do estado, o Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca, obteve nesta quinta-feira, 2 de setembro, a prisão de um homem denunciado por furar a fila de vacinação contra a Covid-19.

O pedido de preventiva decorre do fato de o réu ter incorrido em novo ilícito: dessa vez ele conseguiu burlar o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização e foi mais uma vez vacinado, agora com o imunizante da Pfizer (quando furou a fila, ele havia sido imunizado com duas doses da Coronavac).

Com 22 anos, o homem havia furado a fila oficial desrespeitando o critério de idade. Por isso, responde ação penal pela prática dos crimes de peculato e infração de medida sanitária (autos nº 5606-21.2021.8.16.0044). Mesmo assim, como sustentou o MPPR no pedido de prisão, “o denunciado não hesitou em voltar a delinquir e tomou uma terceira dose de imunizante contra a Covid-19, aproveitando-se de uma inconsistência no sistema e omitindo a informação de que já havia completado sua imunização, ainda que por vias transversas”.

Egoísmo – O Ministério Público ressaltou também que, a despeito do avanço da campanha de imunização do país, “o cenário ainda é de escassez, impondo-se a todos a observância daquilo que dispõe o Plano Nacional de Imunização, que não prevê, repita-se, uma terceira dose do imunizante para pessoas na faixa etária do ora representado.” Na ordem de prisão, o Juízo da 1ª Vara Criminal de Apucarana afirma que, pelos fatos relatados, o requerido “demonstra claramente seu descaso com o próximo e com a vida humana, bem como seu egoísmo, praticando, por mais de uma vez, condutas afrontosas à campanha de vacinação”.

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