CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!

‘As instituições continuam conversando’, afirma presidente do STF

A declaração foi dada durante evento promovido pela XP Investimentos, no qual Fux rechaçou o pedido de impeachment apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro contra o ministro...

Publicado em

Por Agência Estado

Publicidade

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, afirmou nesta quinta-feira (26) que as “instituições continuam conversando”, ao ser questionado sobre risco de ruptura institucional no Brasil. “Essa preocupação com precatórios, por exemplo, foi discutida recentemente com o presidente da Câmara dos Deputados, que me procurou exatamente para essa discussão”, disse o ministro.

A declaração foi dada durante evento promovido pela XP Investimentos, no qual Fux rechaçou o pedido de impeachment apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro contra o ministro Alexandre de Moraes. Ao ser perguntado sobre o cenário de tensão com Bolsonaro, Fux fez uma regressão para novamente defender a decisão da Corte sobre as competências para o enfrentamento da covid-19 no Brasil – alvo de críticas do presidente, que divulgou informações distorcidas sobre a posição do STF.

Fux alertou que uma interpretação errônea de uma decisão judicial não permite seu descumprimento. “O que houve, um equivoco interpretativo. Na verdade, a interpretação equivocada não permite o descumprimento de decisões judiciais. Essa interpretação equivocada dessa decisão corretíssima do STF, que respeitem autonomia, gerou para irresignação daqueles que entendiam que tudo isso deveria ser centralizado”, afirmou Fux.

O ministro ainda defendeu as medidas judiciais instauradas pela Corte “de ofício”, ou seja, sem a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) – método que Bolsonaro também tentou derrubar, sem sucesso. Para argumentar a favor das medidas, o presidente da Corte afirmou que a Justiça não pode esperar que uma ameaça se concretize para poder agir. Fux lembrou que a própria ameaça já pode configurar um delito.

“Se tem uma operação para invadir o STF, vamos esperar? Não. vamos agir imediatamente e a posteriori enviar os autos para o Ministério Público, como foi com (o inquérito das) fake news”, exemplificou Fux.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN