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Imagem referente a Caso Melissa de Almeida: Durante três dias de julgamento, 27 pessoas foram ouvidas

Caso Melissa de Almeida: Durante três dias de julgamento, 27 pessoas foram ouvidas

Amanhã, o Júri se inicia com o primeiro réu a ser ouvido, o acusado Edy Carlos Cazarim...

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Por Paulo Eduardo

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Imagem referente a Caso Melissa de Almeida: Durante três dias de julgamento, 27 pessoas foram ouvidas

Os cinco acusados de envolvimento na morte da psicóloga Melissa de Almeida Araújo, na cidade de Cascavel, em maio de 2017, estão passando por julgamento. O Tribunal do Júri está sendo realizado no auditório da Sede Ahú da SJPR de Curitiba.

Neste terceiro dia de Júri, pela manhã, foram ouvidas seis (06) testemunhas de defesa no caso do assassinato da agente Melissa de Almeida Araújo.

Após o recesso do almoço, aconteceu oitiva de duas testemunhas do juízo. Elas foram intimadas a participar do Júri em virtude de documentos juntados pelas partes. Posteriormente, foram lidas peças do processo pedidas pelas partes e jurados.

Amanhã, o Júri se inicia com o primeiro réu a ser ouvido, o acusado Edy Carlos Cazarim.

Ao longo dos três dias de TRIBUNAL DO JÚRI, já foram ouvidas vinte e sete pessoas (27). A vítima sobrevivente – policial civil marido de Melissa, o delegado da Polícia Federal que conduziu as investigações, Marco Smith, e mais vinte e cinco (25) testemunhas – sendo dezessete (17) de acusação, seis (06) em defesa dos acusados e duas (02) intimadas pelo juízo do caso.

O caso

A vítima foi brutalmente assassinada por ser agente na Penitenciária Federal de Catanduvas. Segundo as investigações, o crime foi motivado em represália à atuação regular do Estado brasileiro no controle da disciplina interna nas unidades do sistema carcerário federal.

Segundo a acusação, os denunciados agiram no interesse da maior facção criminosa que atua em todo território nacional, movidos pelo propósito de vingança a funcionários e autoridades do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), e também motivados pela ideia de intimidação de toda a categoria de agentes penitenciários federais.

Melissa foi morta em frente ao condomínio onde morava com o marido e o filho, residência distante 55 km de Catanduvas. A psicóloga teve sua rotina monitorada por pelo menos 40 dias e foi considerada um alvo de “fácil alcance”, de acordo com as investigações. Por se tratar de crime contra a vida de servidor público federal no exercício de suas funções, a competência para julgamento é do Tribunal do Júri da Justiça Federal.

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