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Imagem referente a Depen lança atualização do Levantamento de Informações Penitenciárias após melhorias no sistema de captação de dados

Depen lança atualização do Levantamento de Informações Penitenciárias após melhorias no sistema de captação de dados

A melhoria da ferramenta de captação aprimorou as informações, prestigiando cada vez mais a transparência dos dados do sistema penitenciário brasileiro, bem como elementos inéditos nos painéis. ...

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Por Deyvid Alan

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Imagem referente a Depen lança atualização do Levantamento de Informações Penitenciárias após melhorias no sistema de captação de dados

O Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, lança o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias. Os dados são referentes ao semestre compreendido entre julho e dezembro de 2020.

A melhoria da ferramenta de captação aprimorou as informações, prestigiando cada vez mais a transparência dos dados do sistema penitenciário brasileiro, bem como elementos inéditos nos painéis. 

Nesta edição, constam percentuais de pessoas em prisão domiciliar monitoradas pelas Secretarias de Administração Penitenciária e pastas correlatas das Unidades Federativas (UFs), taxa de aprisionamento por regiões, histórico de vagas por estados e DF, entre outros detalhes. 

Em busca de melhorar e ampliar o leque de informações coletadas, dando mais transparência e retratando de forma mais fidedigna o sistema penitenciário brasileiro, o Depen aprimora constantemente os formulários, sendo possível acrescentar itens que são transformados em painéis dinâmicos e relatórios analíticos, de fácil acesso ao público.

Consta, por exemplo, que houve redução de 4,83% da população privada de liberdade (regime fechado, semiaberto, aberto, provisórios, em tratamento ambulatorial e em cumprimento de medidas de segurança), em relação ao semestre anterior.

Quanto aos dados de geração de vagas no sistema penitenciário brasileiro, há mais detalhes por Unidade Federativa como o de déficit ou superávit de vagas por regime. Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Roraima, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina apresentaram superavit de vagas em pelo menos um dos regimes (fechado, semiaberto e aberto) ou para presos provisórios. 

Também é possível constatar a taxa de aprisionamento separada por regiões e por UFs, com possibilidade de comparações. Essa taxa é calculada pela quantidade de presos em restrição de liberdade a cada 100 mil habitantes. 

Outra informação é o número de mortes no sistema penitenciário comparado aos dados de pessoas presas em regime domiciliar.  A taxa de mortalidade no primeiro caso é de 1,2% e no segundo é de 2,1%. 

Quanto às assistências previstas na Lei de Execução Penal, houve aumento expressivo de presos em atividades educacionais, alcançando-se 24,64% dos presos do país, contra 12,28% no semestre anterior. Destaca-se, novamente, o estado do Ceará com 81,94% dos presos em atividades educacionais, seguido por Maranhão e Santa Catarina, com 75,23% e 48,83%, respectivamente. 

Além disso, 12 estados – Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Sergipe e São Paulo – aumentaram percentualmente o número de presos em atividades laborais. 

A diretora-geral do Depen, Tânia Fogaça, afirmou que “os painéis do Sisdepen são essenciais para legitimar o fomento de políticas públicas e jogar luzes sobre o sistema prisional, a fim de conhecermos o real tamanho do desafio a ser enfrentado, bem como identificarmos a grande evolução que vem ocorrendo no sistema prisional brasileiro”.

Fonte: Assessoria

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