
Após mudanças no âmbito federal, doadores de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos
Eliane Avancini também destacou que para realizar a doação, é muito fácil e prático, e a população apta dever realizar a coleta, pois poderá salvar vidas. ...
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Por Fábio Wronski
Na manhã desta terça-feira (03), a equipe da CGN conversou com a Assistente Social do Hemocentro, Eliane Avancini, falando sobre algumas alterações que foram realizadas a cerca da doação de medula óssea.
Segundo as atualizações, agora, o doador deve ter idade entre 18 e 35 anos para ser apto a disponibilizar a medula. Anteriormente, era até 55 anos, como explica a assistente.
Além disto, para doar, o candidato deve estar em bom estado geral de saúde, não ter doença infecciosa ou incapacitante, também não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico.
Hoje, não estão sendo realizadas as coletas de materiais cadastro no Redome, entretanto, a partir de 1º de outubro, as cotas mensais, que eram de 150 por mês, serão ampliadas, buscando alcançar o maior número de pessoas.
Eliane Avancini também destacou que para realizar a doação, é muito fácil e prático, e a população apta dever realizar a coleta, pois poderá salvar vidas.
Motivo para a mudança
Estudos recentes mostram que, quanto mais jovem é o doador, melhor o resultado do transplante para o paciente, promovendo aumento na sobrevida, além de menores taxas de complicações e óbitos.
Conforme o levantamento da Secretaria de Saúde, a idade média dos doadores do Redome é 32 anos e 80% dos doadores que no último ano tinham até 40 anos. Nos últimos três anos, 67% dos doadores cadastrados tinham entre 18 e 35 anos de idade. Então, a chance de uma pessoa que se cadastra mais velha ser selecionada para doar é muito pequena.
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