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Delegado fala sobre investigação de acidente que resultou na morte do pequeno João Vitor

Ele estava com uma bicicleta, quando se envolveu na colisão com um Honda Civic, que transitava pela via. ...

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Por Fábio Wronski

No último sábado (17), faleceu no Hospital Universitário o garotinho João Vitor, de 10 anos, o qual foi atingido por um carro na Rua Jaime Pantaleão de Moraes, no Jardim Padovani, em Cascavel.

Ele estava com uma bicicleta, quando se envolveu na colisão com um Honda Civic, que transitava pela via.

Após o acidente, o menino teve uma parada cardíaca, a qual foi revertida pelos socorristas do Siate, ainda no local da ocorrência.

Já no hospital, ele precisou passar por uma cirurgia no crânio, para aliviar a pressão na cabeça, mas não resistiu aos ferimentos, após passar cinco dias na UTI.

Nesta tarde, a equipe da CGN buscou o delegado Fernando Zamoner, responsável pelo Setor de Crimes de Trânsito, para entender como está a investigação sobre o caso.

Ele destacou que a Polícia Civil busca apurar todas as circunstâncias que resultaram no acidente, para que os encaminhamentos sejam tomados.

A câmera de monitoramento, única divulgada até o momento, ainda não é conclusiva para se afirmar que o acidente foi provocado pelo motorista do carro.

Agora, as principais questões em análise são se o motorista estaria em alta velocidade ou se a criança teria saído repentinamente de trás de um caminhão do Corpo de Bombeiros, que estava estacionado na via.

O motorista ainda não foi ouvido pela Polícia Civil, pois este é o último procedimento antes da conclusão do inquérito, para que os investigadores tenham em mãos todos os possíveis questionamentos a serem respondidos.

No dia do acidente, ele parou para prestar socorro, não fugiu após a colisão e também realizou o teste do bafômetro, que apresentou o resultado negativo para ingestão de álcool.

O delegado ressaltou que a atitude de parar para prestar atendimentos em um acidente de trânsito é um dever do cidadão e uma questão humana.

Conforme a lei, mesmo que a pessoa esteja errada, se ela ficar e prestar o socorro e os esclarecimentos, ela não deverá ser presa em flagrante.

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