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Com sequência dura, Sylvinho tem 7 dias para ‘ensinar’ o Corinthians a ganhar

Desde sua chegada, o Corinthians ganhou apenas três vezes em 13 jogos. E todas contra times emergentes: América-MG, Chapecoense e Sport, todos lutando contra a queda,...

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Por Agência Estado

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O técnico Sylvinho está totalmente perdido no Corinthians. Após mais um tropeço no Brasileirão, desta vez por 2 a 1, de virada, diante do Atlético-MG, a justificativa foi que o time cansou no segundo tempo e culpou a “qualidade do rival”. Justamente após ele “comemorar” ter sua primeira semana livre de trabalho, nova decepção. Nas cordas com desempenho de rebaixado, o treinador ganhará mais sete dias livres para fazer o clube “reaprender” a ganhar para enfrentar dura série de jogos.

Desde sua chegada, o Corinthians ganhou apenas três vezes em 13 jogos. E todas contra times emergentes: América-MG, Chapecoense e Sport, todos lutando contra a queda, atualmente. O próximo duelo é com o Cuiabá, no dia 26 de julho, mais um adversário entre os piores. Ocorre que, até lá, ajustar o Corinthians se faz necessário, levando em consideração que a sequência de jogos a seguir será bastante dura para um time que não se impõe diante de adversários mais fortes.

O Cuiabá tem a seu favor o calor do Mato Grosso e a mudança de técnico. Com a chegada de Jorginho, ao menos o desempenho melhorou. Superar as adversidades e ganhar será vital para o Corinthians aumentar um pouco a confiança na sequência de partidas com adversários da parte de cima da tabela que virá a seguir: Flamengo, Santos, Ceará e Athletico-PR.

“Temos alternado atletas e buscado alternativas. Estamos trabalhando, não temos uma grande amostra para colocar outros. Estamos buscando um encaixe”, afirma o treinador, que ainda não conseguiu fechar sua equipe titular, sobretudo no meio-campo, onde já tentou com Luan, com Vitinho, e frente aos mineiros optou por Roni.

As tantas mudanças de Sylvinho na escalação ainda não surtiram efeito e a pressão começa a aumentar sobre seu trabalho. Mesmo com o apoio da direção, o técnico sabe que precisa responder com resultados. E o jogo com o Cuiabá virou decisão de Copa do Mundo para o comandante.

A proximidade da zona de rebaixamento é outro fato que começa a incomodar nos bastidores corintiano. São somente 14 pontos em 36 disputados, ainda em uma posição segura, mas apenas 1,16 somado, em média, por rodada, o que no final da competição não garantiria a pontuação mágica de 45 pontos tão almejada por quem luta somente por permanência na elite. Sylvinho garante a volta por cima rapidamente.

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