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Imagem referente a PCPR prende duas pessoas envolvidas na venda de substâncias indevidas para produção de vacinas
Foto: Polícia Civil do Paraná.

PCPR prende duas pessoas envolvidas na venda de substâncias indevidas para produção de vacinas

A PCPR apurou que os produtos teriam sido trocados intencionalmente. A empresa responsável teria entregue glicerina ao invés de glicerol, para ser aplicado no controle de...

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Por CGN 1

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Imagem referente a PCPR prende duas pessoas envolvidas na venda de substâncias indevidas para produção de vacinas
Foto: Polícia Civil do Paraná.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu duas pessoas envolvidas em organização criminosa suspeita de vender substâncias indevidas para a produção de vacinas. A ação ocorreu em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, nesta terça-feira (6).

A PCPR apurou que os produtos teriam sido trocados intencionalmente. A empresa responsável teria entregue glicerina ao invés de glicerol, para ser aplicado no controle de qualidade das vacinas.  

A venda dos componentes indevidos foi descoberta após investigações de alta complexidade contra uma associação criminosa envolvida com fraudes em licitações e adulteração de álcool gel.  

Os investigados vão ser indiciados por crimes contra a ordem tributária e consumidor, sonegação fiscal, crime contra a saúde pública, crime contra o meio ambiente, associação criminosa, coação no curso do processo, falsidade ideológica, crime contra a administração pública e lavagem de dinheiro.

A PCPR segue investigando os fatos a fim de identificar outros possíveis crimes envolvendo a associação criminosa.

ADULTERAÇÃO- Na semana passada a PCPR prendeu três pessoas envolvidas em três empresas responsáveis pela adulteração de álcool em gel e descobriu sobre a venda das substâncias indevidas.

Durante as investigações, foi apurado que os produtos estavam cerca de 10% abaixo das especificações técnicas exigidas pela Agência Nacional De Vigilância Sanitária (ANVISA). Além disso, a PCPR descobriu que as três indústrias faziam ilegalmente uso do registro de notificação de produto de duas grandes marcas de álcool do país. A indústria usava o registro como se a marca fosse deles, além de fraudar os rótulos e o nome do engenheiro químico responsável pelo produto junto com o registro de classe.

As informações são da PCPR.

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