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IBGE: alta de 1,4% na indústria em maio não suplanta queda de abril, diz Macedo

Com o desempenho positivo de maio, a indústria opera atualmente no mesmo patamar de fevereiro de 2020, no pré-pandemia. Quando ainda crescia, em janeiro, a indústria...

Publicado em

Por Agência Estado

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A alta de 1,4% na produção industrial em maio ante abril fez o setor recuperar apenas parte da perda de 4,7% acumulada nos três meses anteriores de recuos consecutivos, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados nesta sexta-feira, 2, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “A alta de 1,4% não suplanta nem a queda no mês anterior, que tinha sido de 1,5%”, ressaltou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.

Com o desempenho positivo de maio, a indústria opera atualmente no mesmo patamar de fevereiro de 2020, no pré-pandemia. Quando ainda crescia, em janeiro, a indústria alcançou um saldo positivo de 3,5% em relação ao pré-pandemia. Após três quedas seguidas, em abril, a produção chegou a ficar 1,4% aquém do nível de fevereiro de 2020, lembrou André Macedo.

Em maio, a produção industrial ainda estava 16,7% abaixo do patamar recorde alcançado em maio de 2011.

Revisões

A divulgação dos dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física mostra que o IBGE revisou o resultado da produção industrial em abril ante março, de -1,3% para -1,5%. A taxa de março ante fevereiro saiu de -2,2% para -2,3%.

Na categoria de bens de capital, a taxa de abril ante março foi revista de 2,9% para 3,0%. O resultado de março ante fevereiro saiu de -7,1% para -7,0%, e a taxa de fevereiro ante janeiro passou de -3,5% para -2,9%.

Na categoria de bens intermediários, a taxa de abril ante março foi revista de -0,8% para -1,1%. O desempenho de março ante fevereiro passou de 1,0% para 0,0%.

O resultado de bens de consumo duráveis em abril ante março foi revisado de 1,6% para -1,7%. A taxa de março ante fevereiro saiu de -7,5% para -5,6%, e o resultado de fevereiro ante janeiro passou de -3,5% para -4,9%.

O desempenho dos bens de consumo semiduráveis e não duráveis em março ante fevereiro passou de -10,7% para -10,3%.

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