
Advogada detida na ação da PF na Penitenciária de Catanduvas vai para prisão domiciliar
Ela foi detida junto a um agente penitenciário federal, que trabalhava na cadeia de Catanduvas, acusada de encaminhar bilhetes a presos. ...
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Por Fábio Wronski

Foi concedido na noite de ontem, quarta-feira (30), a regressão da prisão de preventiva para a prisão domiciliar à advogada L. A. A. D. M. detida na Operação Efialtes.
Ela foi detida junto a um agente penitenciário federal, que trabalhava na cadeia de Catanduvas, acusada de encaminhar bilhetes a presos.
Segundo a Polícia Federal, com o repasse de informações, os detentos controlavam várias ações criminosas na cadeia.
A solicitação foi embasada na questão de que a mulher tem a guarda da filha menor de doze anos, pois o pai está foragido, sendo que a criança estaria sob os cuidados da empregada doméstica, já que não possui vínculos com os avós maternos e paternos.
Entendo que se a manifestação ministerial é pela concessão da ordem, é suficiente para o pronto acolhimento do pedido de substituição da prisão preventiva pela domiciliar, nos termos do art. 318 do CPP.
Decisão pela reversão da prisão para domiciliar
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