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Bolsa acumula ganho de 2,27% na semana, mantendo os 115 mil pontos

No fim da sessão, o índice acabou neutralizando a baixa que prevalecia ao longo do dia, com as ações de bancos, como Bradesco e ItaúUnibanco, limitando...

Publicado em

Por Agência Estado

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Em acomodação à recém-conquistada marca de 115 mil pontos, o Ibovespa ensaiou nesta sexta-feira, 20, uma realização de lucros após ter renovado máximas de fechamento em três sessões consecutivas até hoje, mas encerrou a sessão praticamente estável (-0,01%), a 115.121,08 pontos, acumulando ganho de 2,27% na semana – o terceiro avanço semanal em sequência – e de 6,36% no mês.

No fim da sessão, o índice acabou neutralizando a baixa que prevalecia ao longo do dia, com as ações de bancos, como Bradesco e ItaúUnibanco, limitando as perdas observadas mais cedo, e Gerdau PN na ponta positiva, em alta de 4,82% no fechamento.

A poucas sessões do fechamento do ano, o principal índice da B3 acumula até aqui ganho de 30,99% em 2019. Na mínima de hoje, o Ibovespa foi a 114.525,95 pontos e, na máxima do dia, a 115.170,58 pontos. O giro financeiro totalizou R$ 25,2 bilhões, mais uma vez acentuado bem perto do fechamento, em semana que teve vencimento de opções sobre ações, na segunda, e sobre o Ibovespa, na quarta-feira.

O dia também foi em geral positivo no exterior, com ganhos nos EUA e na Europa, tendência que tem prevalecido desde o rompimento do impasse sobre a fase 1 do acordo entre americanos e chineses, no fim da semana passada. Hoje, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse ter mantido uma “ótima” conversa telefônica com o líder chinês, Xi Jinping, e que o país asiático “já começou a comprar em grande escala nossos produtos agrícolas”.

Aqui como lá fora, o foco segue no noticiário corporativo, em geral positivo, e nos sinais favoráveis que chegam da economia, melhorando a perspectiva para 2020. “No ano que vem, pelo que temos de informação até agora, teremos algo como um IPO a cada oito dias úteis, em ritmo que não se via desde 2007-2008, antes da crise global”, diz Arthur Ferrone, economista e assessor de investimentos na Criteria Investimentos.

“Hoje a ação da Vale rompeu a importante linha de resistência de R$ 54, em boa recuperação desde a ruptura de Brumadinho, quando havia deixado este nível em direção a R$ 45 ou R$ 46”, aponta Ferrone. Nesta sexta, a ação ordinária da mineradora fechou em alta de 1,46%, a R$ 54,79, com o minério de ferro apontando baixa de 2,28% em Qingdao. Ferrone vê o Ibovespa a 140 mil pontos no fim de 2020 e perspectiva especialmente positiva para as ações do setor siderúrgico. “Com o ajuste de fim de ano dos fundos, é possível que o índice ande um pouco mais até o encerramento de 2019”, acrescenta.

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