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Imagem referente a Wellington da Silva Braga, o Ecko, principal chefe de milícia do estado do RJ morre em confronto com a Polícia
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou um treinamento de nivelamento aerotático para policiais civis, entre segunda-feira (3) e sexta-feira (7), em Curitiba. Ao todo, 25 servidores participaram da capacitação, ministrado pelo Grupamento de Operações Aéreas da PCPR. - Curitiba, 07/05/2021 - foto: Polícia Civil do Paraná/SESP/PR

Wellington da Silva Braga, o Ecko, principal chefe de milícia do estado do RJ morre em confronto com a Polícia

Ecko foi preso na casa de parentes, na localidade de Três Pontes, em Paciência, zona oeste do Rio, região controlada por sua milícia. A Polícia Civil...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Wellington da Silva Braga, o Ecko, principal chefe de milícia do estado do RJ morre em confronto com a Polícia
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou um treinamento de nivelamento aerotático para policiais civis, entre segunda-feira (3) e sexta-feira (7), em Curitiba. Ao todo, 25 servidores participaram da capacitação, ministrado pelo Grupamento de Operações Aéreas da PCPR. - Curitiba, 07/05/2021 - foto: Polícia Civil do Paraná/SESP/PR

Morreu neste sábado (12) o miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko, considerado o principal chefe de milícia do estado do Rio de Janeiro. Ele foi baleado em confronto durante operação da Polícia Civil e foi socorrido, mas acabou não resistindo.

Ecko foi preso na casa de parentes, na localidade de Três Pontes, em Paciência, zona oeste do Rio, região controlada por sua milícia. A Polícia Civil chegou a divulgar uma foto de Ecko deitado, de olhos abertos, ainda vivo, com uma perfuração abaixo do coração, logo após sua captura.

A polícia tinha informações de que ele iria visitar a família e deflagrou a operação, batizada de Dia dos Namorados. Além de dominar os bairros da zona oeste, a quadrilha do miliciano também estava se expandindo para a Baixada Fluminense. 

Os milicianos controlam o transporte clandestino, a entrega de botijões de gás, serviços de TV e internet e também cobram a chamada taxa de segurança dos moradores e comerciantes, obrigados a pagar parcelas semanais ou mensais para que não sejam ameaçados pela milícia.

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