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Por não bater metas, trabalhador é proibido de usar o banheiro e chamado de ‘demônio’ pelo chefe

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Um trabalhador contratado para a função de teleatendente, moveu uma ação contra o chefe após sofrer perseguição e assédio por parte do superior, que segundo o trabalhado, o humilhava quando ele não batia as metas. O fato aconteceu em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Na ação, ele conta que chegou a ser xingado de “demônio” e “capeta” enquanto o chefe o pressionava a ter mais produtividade. Além disso, o trabalhador também acusa a empresa de proibi-lo de usar o banheiro das 11h até o intervalo de almoço e das 15h às 16h12.

Uma testemunha conta que presenciou os fatos e que o “chefe” também falava dessa forma com outros atendentes. O colega de trabalho afirma, ainda, que ele questionava o funcionário de forma pejorativa, perguntando “se ele tinha problema mental” e “se era retardado”

Por conta dos abusos por parte do chefe e condições precárias de trabalho, o ex-empregado teria desenvolvido um quadro de depressão.

O juiz Renato de Paula Amado, que esteve à frente do caso, reconheceu a conduta culposa da empregadora e determinou o pagamento de uma indenização por danos morais no valor de R$ 2 mil. Os empregadores negam os fatos apresentados e recorreram da decisão, mas o valor da indenização foi mantido pela Justiça.


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