
Polícia x polícia: Oficial da PM só fez teste do bafômetro quatro horas após incidente
Caso intrigante teve troca de tiros e mulher ferida por bala de fuzil......
Publicado em
Por Redação CGN

O imbróglio envolvendo policiais militares em troca de tiros na madrugada de hoje está repleto de mistérios. Afinal, o oficial que coordena o curso dos agentes da Guarda Municipal de Cascavel estava ou não estava alcoolizado?
O teste do bafômetro apontou “zero” para a presença de álcool no organismo, mas ele só foi feito quatro horas depois de o tenente Ademir de Oliveira ter chegado ao 6º Batalhão de Polícia Militar.
O boletim de ocorrência lavrado pela PM e encaminhado para a 15ª SDP (Subdivisão Policial), no entanto, diz que durante sua permanência no batalhão o tenente apresentou “sinais de embriaguez” e ele mesmo confirmou para policiais que havia ingerido bebida alcoólica. Ainda de acordo com o B.O. , durante o tempo em que esteve no 6º BPM o oficial ingeriu água “compulsivamente”.
A capitã Denise solicitou que ele realizasse o teste de etilômetro, mas o oficial se recusou dizendo que falaria com o comandante do 6º BPM, tenente-coronel Rubens Garcez da Luz. Ele só fez o teste após ordem do corregedor, aproximadamente quatro horas após o início da ocorrência.
Os policiais que atenderam a ocorrência relataram que quando a caminhonete do oficial parou após Patrícia Naline da Silva Morais ser alvejada por um disparo, o oficial saiu do carro com dificuldade para se equilibrar, estava com forte odor etílico e a voz alterada.
De acordo com o comandante do 6º BPM, tenente-coronel Rubens Garcez da Luz, um Inquérito Policial Militar (IPM) foi instaurado para esclarecer os fatos e eventuais dúvidas que existam no episódio.
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