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IGP-M na 1ª prévia de maio sobe 2,68% ante 0,50% na 1ª prévia de abril, diz FGV

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de maio. O IPA-M, que representa os preços no atacado,...

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Por Agência Estado

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 2,68% na primeira prévia de maio, após ter aumentado 0,50% na primeira prévia de abril, apurou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou elevação de 12,84% no ano e aumento de 35,18% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de maio. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 3,51% em maio, ante um avanço de 0,36% na primeira prévia de abril. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo ao consumidor, subiu 0,16% na primeira prévia de maio, depois da alta de 0,80% na primeira prévia de abril. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve avanço de 0,97% na primeira prévia de maio, após uma elevação de 1,04% na primeira prévia de abril.

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 a 30 de abril. No dado fechado do mês de abril, o IGP-M teve elevação de 1,51%.

Atacado

Os preços dos produtos agropecuários subiram 3,01% no atacado na primeira prévia do IGP-M de maio. Na mesma prévia de abril, houve um avanço de 0,86%, informou a FGV.

Os produtos industriais no atacado aumentaram 3,71% na primeira prévia de maio, ante elevação de 0,17% na mesma prévia do mês anterior.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais tiveram alta de 1,34% na primeira prévia de maio, depois do aumento de 0,70% na mesma prévia de abril.

Os preços dos bens intermediários tiveram elevação de 2,59% na primeira prévia de maio, ante uma alta de 1,59% na primeira prévia de abril. Os preços das matérias-primas brutas subiram 5,89% na primeira leitura de maio, após um recuo de 0,91% na mesma prévia de abril.

Consumidor

A queda no preço da gasolina desacelerou a inflação ao consumidor na primeira prévia de maio do IGP-M, informou a FGV. O IPC-M passou de um avanço de 0,80% no primeiro decêndio de abril para uma alta de 0,16% no primeiro decêndio de maio.

Três das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais baixas, com destaque para o grupo Transportes, que passou de uma alta de 3,15% na prévia de abril para um recuo de 0,39% na mesma leitura de maio. A gasolina saiu de 8,96% para -1,88% no período. Os demais decréscimos ocorreram nas taxas dos grupos Habitação (de 0,57% para 0,22%) e Despesas Diversas (de 0,32% para 0,00%), sob influência dos itens: móveis para residência (de 0,83% para -1,03%) e serviços bancários (de 0,32% para 0,01%).

Na direção oposta, houve avanços nos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,63% para 1,02%), Alimentação (de -0,02% para 0,28%), Comunicação (de 0,06% para 0,45%), Vestuário (de -0,12% para 0,10%) e Educação, Leitura e Recreação (de -0,63% para -0,51%). As maiores contribuições partiram dos itens: medicamentos em geral (de 0,43% para 2,86%), hortaliças e legumes (de -3,97% para 1,45%), combo de telefonia, internet e TV por assinatura (de 0,06% para 1,08%), calçados (de 0,06% para 0,83%) e passagem aérea (de -5,23% para -4,92%).

Construção

O aumento no custo do material de construção ainda pressiona a inflação do setor dentro da primeira prévia de maio do IGP-M, informou a FGV. O INCC-M passou de uma alta de 1,04% na primeira leitura de abril para um avanço de 0,97% na primeira prévia de maio.

O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços saiu de uma elevação de 2,05% na primeira prévia de abril para um aumento de 1,90% na primeira prévia de maio. O custo dos Materiais e Equipamentos passou de alta de 2,36% na prévia de abril para aumento de 2,00% na prévia de maio, enquanto os Serviços saíram de alta de 0,65% para elevação de 1,47% no mesmo período.

Já o índice que representa o custo da Mão de Obra passou de aumento de 0,02% na primeira leitura de abril para uma estabilidade (0,00%) na primeira prévia de maio.

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