
Ex-servidor do Consamu faz retratação pública após postagens difamatórias contra o consórcio
As postagens foram feitas em redes sociais e sites criados pelo servidor, que havia sido demitido por justa causa, por conta das postagens de cunho difamatório,...
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Por Deyvid Alan

Um ex-motorista do Consamu precisou fazer uma retratação pública após realizar postagens consideradas difamatórias contra o Consórcio.
As postagens foram feitas em redes sociais e sites criados pelo servidor, que havia sido demitido por justa causa, por conta das postagens de cunho difamatório, que continuaram sendo feitas após o desligamento.
O Consórcio moveu uma ação contra o ex-servidor, alegando que ele expôs a imagem do Consamu atribuindo crimes admirativos, eleitorais e financeiros. No processo, o Consórcio pedia a indenização no valor de R$ 20 mil pelos danos à imagem e retratação pública.
Inicialmente o Consórcio pediu explicações através de procedimento próprio, a fim de ouvir o ex-servidor e verificar se de fato havia alguma irregularidade conforme as denúncias feitas por ele. Em um segundo momento, com a sequência de postagens difamatórias, houve a denuncia delas ao facebook e também o registro de um boletim de ocorrência.
A defesa do ex-servidor se manifestou no processo, alegando diversas perseguições desde à época em que foi empregado público do consórcio. Fundamentou também que por cobrar o que é legal, ético e moral da gestão, o Consórcio teria se sentido incomodado pelas cobranças que o ex-funcionário sempre fazia, buscando à melhoria e o aperfeiçoamento dos serviços.
O processo transcorreu na comarca de Cascavel sendo ajuizado em fevereiro de 2019. Passados mais de dois anos do início da ação, no dia 23 de abriu deste ano, as partes envolvidas entraram em um acordo.
Ficou determinado que o ex-servidor teria que realizar uma retratação pública além da exclusão de qualquer conteúdo relacionado ao Consórcio. As custas processuais foram divididas entre as partes e o pedido de indenização no valor de R$ 20 mil foi retirado. O juiz Phellipe Muller homologou o acordo e determinou a extinção do processo.
O ex-servidor publicou em suas redes sociais a retratação conforme estabelecida no acordo.

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