
Por problemas no celular, confusão e bate boca são registrados na loja Pernambucanas, no Centro de Cascavel
Segundo o relato, durante a discussão, o homem teria xingado as funcionárias com vários adjetivos de baixo calão e outras pessoas teriam presenciado o fato....
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Por Deyvid Alan

Funcionárias da loja Pernambucanas de Cascavel alegam ter sido agredidas verbalmente e fisicamente por um cliente insatisfeito. A confusão aconteceu no interior da loja, quando o cliente teria ido ao estabelecimento para reclamar de um celular que havia apresentado defeitos.
Segundo o relato, durante a discussão, o homem teria xingado as funcionárias com vários adjetivos de baixo calão e outras pessoas teriam presenciado o fato.
De acordo com uma das funcionárias, o cliente ficou nervoso por ter que seguir os procedimento indicados antes da troca do aparelho, que deveria ser encaminhado primeiramente para um técnico. Diante das ofensas, a funcionária teria pegado o celular para registar a situação, momento em que o cliente teria desferido um chute contra o aparelho.
O cliente teria saído da loja e entrado no carro para deixar o local, momento que uma das funcionarias saiu junto para anotar a placa do veículo. Segundo relatado a funcionária teria sido prensada pelo homem contra outro veículo.
Uma outra cliente que estava na loja presenciou o fato e testemunhou confirmando o relato das funcionárias, no entanto preferiu não filmar, já que percebeu o homem bastante alterado e que já havia agredido a funcionária.
A situação foi parar na justiça, pois as funcionárias moveram uma ação contra o cliente. No entanto, o homem relatou em juízo que não houve agressões, apesar de haver um problema com a loja, nenhuma violência física ou verbal teria acontecido. Disse ainda que ao sair da loja foi diretamente no Procon para fazer o registro da reclamação por conta do aparelho.
Uma testemunha de defesa disse que estava com o cliente no momento do ocorrido e relatou que o gerente fez pouco caso da situação do cliente. Quando eles estavam saindo, o cliente teria esbarrado em um manequim que acabou caindo, momento em que as funcionárias teriam tentado segurá-lo dizendo que chamariam a polícia.
Outra testemunha disse que viu o homem saindo da loja e as funcionárias tentando contê-lo e inclusive batendo no capô do carro e o segurando, quando segundo o relato, ele teria saído calmamente com o veículo sem responder à situação.
Diante das contradições de depoimentos e falta de provas físicas, vídeos ou algo que pudesse comprovar de fato que as agressões teriam acontecido, o juiz Osvaldo Alves da Silva entendeu que não poderia tomar como base a incerteza dos relatos para condenar o cliente.
Assim, em decisão publicada na manhã desta quarta-feira (28) determinou o arquivamento do processo. A decisão ainda cabe recurso.
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