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Após trocar sofá por três vezes, cliente processa loja Quero-Quero

No dia 16 de maio de 2020, o homem comprou um sofá na loja Quero-Quero e pagou R$ 1.551,62 (um mil quinhentos e cinquenta e um...

Publicado em

Por Deyvid Alan

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Chegar em casa e sentar no sofá para assistir televisão é o que é o que normalmente os trabalhadores fazem após um dia longo de expediente, mas esse não é o caso de um cliente da loja Quero-Quero.

No dia 16 de maio de 2020, o homem comprou um sofá na loja Quero-Quero e pagou R$ 1.551,62 (um mil quinhentos e cinquenta e um reais e sessenta e dois centavos) pelo produto. No entanto, o sofá apresentou problemas logo quando foi entregue.

Em contato com a loja, o móvel foi trocado da primeira vez no dia 22 de agosto, sendo que dessa vez o cliente escolheu um outro modelo e pagou R$ 120 a mais pelo novo produto. Mas o segundo sofá também apresentou problemas.

O cliente novamente entrou em contato com a loja e depois de negociações, aceitou receber um novo sofá, que foi entregue pela loja no dia 18 de setembro.

Após quase um ano entre compra e trocas, o cliente não satisfeito com os produtos recebidos pediu a restituição do valor e o caso foi parar na justiça.

Quando a juíza Jaqueline Allievi analisou os autos e as fotos comprobatórias, verificou que de fato, os problemas apresentados nos três móveis recebidos pelo cliente, interferiam no conforto e na fruição do bem estar.

Considerando ainda que já era o terceiro produto entregue pela loja e que nenhum deles apresentou características de qualidade suficientes, a magistrada entendeu que não havia razão para manter o contrato e impor ao cliente mais um sofá.

Assim, a juíza condenou a loja à restituição do valor de R$ 1.671,62. Apesar de o cliente também ter pedido indenização por danos morais, o pedido foi negado.

Ainda cabe recurso para a decisão publicada nesta segunda-feira (19).

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