
Nada é tão ruim que não possa piorar
Acusada na Justiça por diversos crimes, como corrupção, lavagem de dinheiro e traição à pátria, que teria cometido nas duas gestões em que esteve no comando...
Publicado em
Por Caio Gottlieb

Ocupando agora a vice-presidência da Argentina, Cristina Kirchner terá, como muita gente previa e temia, grande influência no governo do presidente Alberto Fernández, empossado na última terça-feira.
Acusada na Justiça por diversos crimes, como corrupção, lavagem de dinheiro e traição à pátria, que teria cometido nas duas gestões em que esteve no comando do país, a ex-presidente colocou nomes de sua extrema confiança no controle do Ministério do Interior, que administra a segurança interna; da Pami, que cuida da saúde dos idosos; da Afip, que é a receita federal deles; da Anses, que cuida da Previdência; e da AUH, que distribui bônus para famílias pobres.
Como se não bastasse, ainda emplacou aliados fiéis na liderança da Câmara dos Deputados, do Senado e na Procuradoria-Geral.
Apesar de tudo, temos que torcer para que a Argentina consiga sair da gravíssima crise econômica em que mergulhou há anos.
E não apenas porque trata-se do terceiro maior parceiro comercial do Brasil, mas também pela solidariedade que nos une como povos irmãos e vizinhos, sejam quais forem seus dirigentes.
Se bem que, pelo retrospecto histórico, as perspectivas não são nada animadoras.
Afinal, o que podemos esperar do retorno ao poder justamente da turma responsável por ter jogado o país no fundo do poço?
Seria cômico, se não fosse ironicamente trágico.
Talvez ainda renda um bom tango portenho.
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