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‘Patinho feio, a gente demonstra em campo’, diz Marcos Felipe sobre Libertadores

O goleiro fez algumas considerações sobre o fato de a equipe não estar apresentando bom desempenho no setor defensivo. “A gente tem que ver no todo...

Publicado em

Por Agência Estado

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Vivendo uma boa fase no Fluminense, o goleiro Marcos Felipe deu entrevista coletiva nesta sexta-feira comentando diversos pontos tanto da própria carreira quanto dos próximos passos da equipe carioca. O foco óbvio é a Copa Libertadores, onde inicia na fase de grupos nas próximas semanas.

O goleiro fez algumas considerações sobre o fato de a equipe não estar apresentando bom desempenho no setor defensivo. “A gente tem que ver no todo o que tem acontecido, não sai culpando o setor defensivo ou individualmente o jogador. A gente procura tentar um ajudar o outro para que todos os setores sejam melhorados”, afirmou.

Sobre o técnico Roger Machado, afirmou ser “um imenso prazer” trabalhar com o treinador, que é “um cara excepcional, muito inteligente”. Quando indagado sobre a permanência na equipe carioca, o atleta esclareceu que deixa as negociações com seu empresário e apenas se preocupa em “trabalhar e ajudar o Fluminense dentro de campo”.

Na avaliação de Marcos Felipe, “a diretoria tem procurado reforçar o elenco” e o goleiro vê “com bons olhos, o crescimento do elenco”. Em seu entendimento, “todos que vierem vai ser para agregar”.

Apesar de ser considerado o “patinho feio” da Libertadores, competição que não participa há 8 anos, Marcos Felipe entende que a equipe demonstrará seu valor e afastará quaisquer dúvidas acerca do desempenho no torneio sul-americano.

“A gente procura demonstrar dentro de campo a força da nossa equipe, independente do comentário que tem sobre nosso elenco e nossa equipe. Se somos o patinho feio ou não, a gente demonstra dentro de campo, como demonstrou dentro de campo, principalmente no final do (Campeonato) Brasileiro que a gente mereceu estar com essa vaga na Libertadores. Trabalhar cada vez mais para que a gente possa dar resultado e mostrar que a gente é capaz de estar ali”, disse o jogador.

O atleta minimizou a ansiedade para disputar o torneio. “Nada que atrapalhe o psicológico, físico ou tático-técnico, mas uma ansiedade boa de ter colocado o Fluminense novamente em um posto que ele nunca pode deixar de estar, que é nos grandes clubes da América do Sul e do mundo”.

Acerca das aspirações para a própria carreira, o goleiro não fez segredo: “Meu sonho é me tornar ídolo do clube, fazer história aqui, ganhar títulos ficar se possível minha carreira toda aqui mas não depende só de mim”, concluiu.

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