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Imagem referente a Mauro Mendes (MT) vê como positiva reunião de Bolsonaro com demais Poderes
Marcos Corrêa/PR

Mauro Mendes (MT) vê como positiva reunião de Bolsonaro com demais Poderes

Mendes disse que como governador “tem procurado, durante momento de grave crise na saúde, evitar criar crises institucionais”, por isso furtar-se a criticar o Tribunal de...

Publicado em

Por Agência Estado

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Imagem referente a Mauro Mendes (MT) vê como positiva reunião de Bolsonaro com demais Poderes
Marcos Corrêa/PR

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), avaliou como positiva a reunião de ontem entre os chefes dos Três Poderes e governadores alinhados ao presidente Jair Bolsonaro. Apesar de não ter sido convidado, Mendes disse em entrevista nesta quinta-feira à CBN, que “diálogo já deveria ter acontecido tantas e tantas vezes, em momentos passados, mas que bom que está acontecendo agora”. “Que bom que governo federal mudou a postura e está mais proativo”, completou.

Mendes disse que como governador “tem procurado, durante momento de grave crise na saúde, evitar criar crises institucionais”, por isso furtar-se a criticar o Tribunal de Justiça do Estado, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso ou o governo federal. Entretanto, ressaltou que como cidadão tem suas opiniões próprias “que não são diferentes da maioria dos brasileiros”. Diante do agravamento da pandemia da covid-19 e das consequências econômicas, o presidente Jair Bolsonaro tem visto cair sua aprovação aos menores índices já registrados.

A última pesquisa Datafolha, divulgada na semana passada, aponta que a reprovação ao governo Jair Bolsonaro atingiu 44% da população e 56% dos brasileiros o veem como uma “liderança incapaz”.

Antecipação de feriados

Na terça-feira (23), a Assembleia do Estado rejeitou proposta do governo de antecipação de feriados a fim de criar um período de dez dias com suspensão das atividades econômicas. A proposta foi rejeitada pela ampla maioria dos deputados com um único voto favorável do deputado Lúdio Cabral (PT), oposição ao governo.

Segundo Mendes, a ocupação dos leitos no Estado está em 97%, com os poucos leitos restantes servindo de reserva técnica para casos graves. Conforme disse, o governo “dificilmente” irá decretar um “lockdown” – ainda que o Estado passe por um “momento de grande dificuldade” – uma vez que, segundo Mendes, “desrespeito às leis está ficando latente” e “está se consolidando no País sentimento de insubordinação”.

“Isso é muito ruim e em algum momento pode fugir ao controle”, disse. “Nas regiões do agronegócio, as pessoas não querem ouvir falar em distanciamento ou paralisação”, completou o governador.

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