CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a UEL integra projeto contra a violência infantil e recebe recursos da Unicef

UEL integra projeto contra a violência infantil e recebe recursos da Unicef

O jogo é resultado de uma parceria entre a UEL e a Universidade de Huddersfield (Inglaterra), de onde partiu a iniciativa. A instituição europeia já tem jogos criados...

Publicado em

Por CGN 1

Publicidade
Imagem referente a UEL integra projeto contra a violência infantil e recebe recursos da Unicef

Emílio é um menino brasileiro que enfrenta situações difíceis por causa de sua vulnerabilidade social. É a história de milhares de crianças no País. A diferença é que Emílio é o personagem de um jogo, de mesmo nome, que deverá ser lançado dentro de aproximadamente seis meses, justamente com este objetivo: alertar e combater a violência contra a criança – CONFIRA.

O jogo é resultado de uma parceria entre a UEL e a Universidade de Huddersfield (Inglaterra), de onde partiu a iniciativa. A instituição europeia já tem jogos criados para o próprio Reino Unido, Jamaica, Uganda, Índia, e mostrou interesse em estender o projeto, que tem apoio da Unicef (Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância) para o Brasil.

O professor Alex Eduardo Gallo, do Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento/CCB, coordenador do projeto de pesquisa local que envolve a criação de Emílio, explica que o primeiro contato da Universidade de Huddersfield com a UEL foi feito com a professora Milena Kanashiro, doCentro de Tecnologia e Urbanismo, que logo procurou o curso de Psicologia, no início do ano passado.

O projeto foi montado, apresentado ao Edital da Unicef, e foi um dos 14 contemplados. Por isso, receberá do fundo Us$ 750 mil para sua execução.

PARCERIA – No Brasil, a parceria inclui a participação da Promundo, uma organização não-governamental, criada em 1997, que promove a equidade de gêneros e o fim da violência. A ONG é responsável pela validação cultural do jogo, voltado para um público de 14 a 18 anos. A validação inclui, por exemplo, a adequação da linguagem.

O jogo está sendo desenvolvido pela None in Three (Ni3), um centro de pesquisa da Universidade de Huddersfield dedicado ao estudo e prevenção da violência baseado em ferramentas educativas, como jogos, em iniciativas já reconhecidamente bem sucedidas. O nome (“Nenhuma em três”) nasceu da grave estatística de que uma em cada três meninas/mulheres do mundo estão sujeitas à violência física e sexual.

A UEL testará o jogo com 320 jovens da faixa etária pré-determinada. “O projeto vai avaliar os efeitos desse jogo na promoção de empatia e comportamentos pró-sociais que sejam preventivos de abuso e exploração sexual de crianças online”, conta o professor Alex Gallo.

As informações são da Agência Estadual de Notícias do Paraná.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN