
Com dúvida sobre óbito e informações ‘alteradas’, familiares querem abrir caixão de mulher que faleceu de Covid
Eles relatam que a mulher, de 55 anos, foi internada ontem, quinta-feira (04), com suspeita de Covid-19 e, apesar da necessidade de UTI, não havia leito disponível e...
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Por Fábio Wronski
Na manhã desta sexta-feira (05), a equipe da CGN recebeu o pedido da ajuda dos familiares da senhora Ivone Meireles Camargo.
Eles relatam que a mulher, de 55 anos, foi internada ontem, quinta-feira (04), com suspeita de Covid-19 e, apesar da necessidade de UTI, não havia leito disponível e a vítima acabou falecendo.
Na certidão de óbito foi emitida há a informação de que a mulher teria 92 anos e não 55 como os familiares alegam, além de outras doenças, as quais a mulher nunca havia apresentado sintomas.
Desta forma, eles têm medo de que a pessoa que esteja no caixão, apesar do nome bater, não seja a familiar.
A sobrinha, Derli Meireles Ribeiro, relatou que todos acreditam o caixão também seja de um tamanho menor que a familiar.
Desta forma, os parentes gostariam de abrir o caixão para saber se é realmente a Ivone que está sendo velada, antes que o enterro seja realizado.
Conforme a Secom (Secretaria de Comunicação) da Prefeitura, a qual responde pela Acesc:
A certidão de óbito está correta, houve um erro na hora de lançar a data no sistema interno da Acesc, e não no documento oficial. Já foi corrigido no sistema. Quando se trata de caso de Covid-19 o corpo vem em um invólucro lacrado. A Acesc não pode autorizar a abertura.
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