CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Porto de Paranaguá está preparado para atendimento a emergências
Porto registra aumento na paralisação de operação por chuva. Foto: Claudio Neves/ Portos do Paraná

Porto de Paranaguá está preparado para atendimento a emergências

Com equipamentos, mão de obra preparada e revisão constante dos protocolos de ação e prevenção, a empresa está preparada para atuar em casos de emergência....

Publicado em

Por CGN 1

Publicidade
Imagem referente a Porto de Paranaguá está preparado para atendimento a emergências
Porto registra aumento na paralisação de operação por chuva. Foto: Claudio Neves/ Portos do Paraná

Quase 12 anos após o último incidente de grande proporção registrado em área do porto organizado, a Portos do Paraná reafirma seu compromisso com a preservação da vida, da saúde e do meio ambiente no desenvolvimento das atividades portuárias no Estado.

Com equipamentos, mão de obra preparada e revisão constante dos protocolos de ação e prevenção, a empresa está preparada para atuar em casos de emergência.

“Temos uma equipe capacitada, uma diretoria específica que atua constantemente na melhoria do desempenho ambiental e gerenciamento dos riscos. Junto com toda a comunidade portuária, hoje estamos muito mais preparados e em constante aprimoramento”, afirma o diretor-presidente Luiz Fernando Garcia.

APRENDIZADO – Os três últimos acidentes que balizam a evolução da comunidade portuária paranaense, em relação às emergências, são o ocorrido com o navio “Norma” (outubro de 2001); a explosão do navio Vicuña (novembro de 2004); e o vazamento do Terminal Público de Álcool (julho de 2009).

“Esse histórico foi usado para dimensionar o Centro de Prontidão Ambiental. Usamos como referência para dimensionar e preparar as equipes para atendimento a novos acidentes”, diz o diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, João Paulo Ribeiro Santana.

Segundo ele, a empresa pública segue um cronograma permanente de execução dos simulados, treinamentos práticos e teóricos, com cenários previstos nos planos emergenciais. “Propomos os cenários e colocamos a equipe para vivenciar aquilo como se tivesse acontecendo de verdade, para testarmos toda a linha de protocolo e procedimentos”, explica.

PRONTIDÃO – O Porto de Paranaguá é dos únicos portos públicos, no Brasil, a ter um Centro de Prontidão Ambiental instalado em faixa primária. Felipe Zacharias, assessor especialista em saúde e segurança do trabalho, diz que a alocação dos equipamentos no cais garante agilidade nas respostas.

“Contamos com equipe 24 horas, com todos os equipamentos à disposição, para atuar de forma eficaz e rápida. Quando se trata de danos ambientais, quanto mais rápido e eficaz for, melhor será a ação e menos impacto terá”, afirma.

O Centro tem 1.129 metros quadrados, e foi planejado para sediar a coordenação do atendimento às emergências ambientais e otimizar o trabalho das equipes de prontidão, fazendo com que a capacidade e o tempo de resposta em situações de acidente esteja entre os mais céleres do Brasil. A edificação também possui infraestrutura para treinamentos, sala de crise e instalações necessárias para situações de emergências tanto terrestres quanto aquáticas.

Além de embarcações e veículos para emergência em terra, motobombas, barreiras de contenção, recolhedores, bombas para produtos químicos, tanques para armazenamentos de resíduos sólidos e líquidos, o local conta com equipamentos de proteção individual para atendimento dos mais variados níveis de emergência.

A equipe de prontidão – responsável pela manutenção e operacionalização do Centro, no atendimento às emergências – é da empresa Alpina Briggs. São 24 funcionários que trabalham em turnos, 24 horas por dia, o ano todo.                          

BOX – Planejamento é fundamental para dar respostas

Em relação às emergências, a Portos do Paraná segue uma série de planos que são acionados conforme a evolução das ocorrências.

A empresa pública – como as demais empresas que atuam nos portos do Paraná –  têm um Plano de Emergência Individual (PEI) atualizado. Este tem como objetivo atender às exigências da Resolução Conama 398/08, no que se refere ao controle planejamento para situações de emergências relacionadas a incidentes com poluição por óleos originados em portos organizados, instalações portuárias ou terminais, dutos, sondas terrestres, plataformas e suas instalações de apoio, refinarias, estaleiros, marinas, clubes náuticos e instalações similares.

“Quando ocorre um incidente em uma empresa e ela não dá conta de atender com seu PEI, aí ela aciona um plano maior que é o Plano de Área”, diz o diretor de Meio Ambiente, João Paulo Ribeiro Santana.

O Plano de Área dos Portos do Paraná (PAPPR) é elaborado pela administração dos portos de Paranaguá e Antonina e empresas signatárias, sob coordenação do (Ibama) e do Instituto Água e Terra do Paraná (IAT), que estabelece procedimentos técnicos e administrativos a serem adotados para combater eventuais incidentes de poluição por derramamento de óleo, em sua área de jurisdição.

“Este plano é acionado para que todos colaborem, porque as empresas vizinhas também possuem equipamentos, brigadas e equipes de atendimento às ocorrências”.

Outro documento que rege as ações emergenciais é o Plano de Ação de  Emergência (PAE), que estabelece diretrizes necessárias para atuação em situações emergenciais que tenham potencial para causar repercussões internas e externas. Este, apresenta os procedimentos de resposta às situações emergenciais, definindo as atribuições e responsabilidades dos envolvidos e possibilitando que sejam adotadas ações rápidas para a segurança de todos.

Além desses, ainda existe o Plano de Ajuda Mútua (PAM). Em atendimento a NR 29 – Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário – o PAM tem como objetivo a atuação conjunta de seus integrantes na resposta a emergências nas instalações das empresas integrantes, 24 horas por dia, todos os dias da semana, mediante a utilização de recursos humanos e materiais de cada empresa ou instituição, colocados à disposição do plano, sob a coordenação da Comissão de Gerenciamento e das autoridades competentes.

 “Quando ocorre um incidente da área portuária, o primeiro acionado é o PAE. A partir disso, se a gente verificar que evolui para algo maior, acionamos o PAM. É como se fosse um grande condomínio, onde um ajuda o outro”, afirma João Paulo Ribeiro Santana.

As informações são da Agência Estadual de Notícias do Paraná.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN