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Bolsas da Europa fecham sem direção única, com recuperação econômica no radar

Logo cedo, os mercados europeus reagiram positivamente à revisão do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro, que mostrou uma contração menor que o antecipado...

Publicado em

Por Agência Estado

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Após oscilarem entre os campos positivo e negativo durante o pregão, as bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta terça-feira, 16, com os investidores avaliando o ritmo de recuperação econômica da região diante da pandemia de coronavírus. Também seguem no radar a divulgação de balanços de grandes companhias da região. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,06%, aos 419,20 pontos.

Logo cedo, os mercados europeus reagiram positivamente à revisão do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro, que mostrou uma contração menor que o antecipado no quarto trimestre de 2020. Também surpreendeu a forte alta no índice ZEW de expectativas econômicas da Alemanha, que superou fortemente as expectativas dos analistas. O impulso dos dados econômicos, no entanto, não foi suficiente para manter os ganhos das bolsas, que passaram a oscilar.

Além disso, permanecem as preocupações com o ritmo de vacinação na Europa, depois que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reconheceu erros no processo de compras e planejamento de entregas das vacinas ao bloco. Por outro lado, a afirmação do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, de que o número de novas infecções relatadas mundialmente caiu pela quinta semana consecutiva na última semana, atingindo o menor patamar desde outubro, traz esperança de que em breve a crise causada pela pandemia possa ser superada. A expectativa por mais estímulo fiscal, tanto na Europa quanto nos EUA, ajuda a manter uma perspectiva positiva para os mercado acionários, que vêm operando perto de suas máximas históricas.

Em Frankfurt, a ação do Deutsche Bank encabeçou a lista das maiores altas e fechou com ganho de 1,67%. O índice DAX, entretanto, baixou 0,32%, para 14.064,60 pontos, com volume de negócios bastante abaixo da média.

Em Londres, as ações do HSBC dispararam mais de 4% e foram acompanhadas por Lloyds (+1,00%) e Barclays (+1,04%). O mercado acionário britânico ainda assimilou os balanços da BHP Billiton e da Glencore, que deram fôlego ao setor de mineração. O índice FTSE 100 fechou em queda de 0,11%, aos 6.748,86 pontos. As ações da BHP Billiton subiram 1,46%, as da Glencore avançaram 2,02% e as da Antofagasta tiveram alta de 2,80%.

Na Bolsa de Paris, o índice CAC 40 ficou estável, fechando em 5.786,53 pontos, com as ações da Alstom (+2,91%) e da ArcelorMittal (+1,19%) se destacando em alta e as da Vivendi (+1,70%) em baixa.

Em Milão, o índice FTSE MIB fechou em queda de 0,69%, aos 23.440,81 pontos, enquanto o mercado avalia o impacto de um novo governo no país, sob o comando do ex-presidente do Banco Central Europeu (BCE) Mario Draghi.

Na Bolsa de Madri, o índice Ibex 35 caiu 0,61%, para 8.153,70 pontos, e em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,32%, aos 4830,01 pontos.

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