Pacientes angustiam por horas à espera de atendimento na UPA Brasília e no Hospital de Retaguarda

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Foto: Reprodução/CGN

Por CGN

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Enquanto muitas pessoas estão aproveitando o feriado estendido de Carnaval, muitas outras estão enfrentando dificuldades na UPA Brasília e no Hospital de Retaguarda, em Cascavel.

Diversas pessoas procuraram a CGN nesta segunda-feira (15) relatando demora no atendimento, além de superlotação.

Uma delas, Delma Ferreira Martins, diz estar positivada para Covid-19 e estar sentindo muitas dores no corpo, principalmente nas costas. A preocupação é porque ela tem bronquite e asma.

Ela chegou na UPA Brasília às 18h11 na unidade e até às 22h ainda não havia sido atendida.

O mesmo relato fez Miriam, que chegou à UPA Brasília às 15h e também não havia sido atendida até às 22h. Ela disse que foi informada por servidores do local que o tempo mínimo de espera para atendimento era de seis horas.

No Hospital de Retaguarda, o relato era de ainda mais demora. Tatiara Deon disse ter chego ao local às 13h e até às 22h ainda não havia sido atendida. Segundo ela, a informação repassada pelos servidores era de que apenas uma médica estava atendendo a população, mas que à noite outros dois médicos chegaram, apesar de a demora no atendimento permanecer.

Em comum, além do grande número de pessoas e do tempo de espera de atendimento, além de pacientes vomitando enquanto aguardam, os relatos são de que muitos estão com sintomas de Covid-19 ou que estão com testes positivados feitos na rede particular e agora em busca de tratamento na rede pública de saúde.

É o caso de uma paciente que não quis se identificar, mas que disse estar desde às 15h42 na UPA Brasília e não ter sido atendida até às 22h30, ou seja, sete horas de espera.

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