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Imagem referente a Menino especial de 11 anos que sumiu de casa foi achado graças à ‘pessoas boas’

Menino especial de 11 anos que sumiu de casa foi achado graças à ‘pessoas boas’

Conselheiro tutelar lembra que adultos podem ser responsabilizados pela omissão ao ver e não agir na proteção de crianças e adolescentes......

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Por CGN

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Imagem referente a Menino especial de 11 anos que sumiu de casa foi achado graças à ‘pessoas boas’

Uma família do Bairro Santa Cruz passou por momentos indesejáveis na manhã desta segunda-feira (15), quando um menino de 11 anos e portador de necessidades especiais saiu de casa pelo portão enquanto o pai saia para trabalhar e desapareceu do seio familiar.

Segundo o conselheiro tutelar Simão Diego Zanchetti da Luz, que atendeu o caso, o menino, portador de Síndrome de Down, foi achado graças à “pessoas boas”, mas poderia não ter sido assim.

“Muitos passaram e deixaram o menino como estava, mesmo em sugestão risco. Proteger as crianças e os adolescentes é dever dos adultos, que podem ser responsabilizado pela omissão vendo e não agindo na proteção”, explicou Simão.

Neste caso, as pessoas que ajudaram o menino ligaram para o Conselho Tutelar, que não conseguiu identificar o menino por dificuldades do jovem verbalizar.

Assim, levaram-no até a unidade de saúde do bairro, que é um serviço que atende o território e no qual os agentes comunitários de saúde têm trânsito na comunidade. Desta forma, poderiam ajudar na identificação.

Entretanto, isso não foi possível no local, fazendo o conselheiro tutelar prosseguir até a Apae, onde logrou êxito pelo menino ter sido reconhecido e estar matriculado no ensino fundamental.

“Em contato com a mãe, ela estava na 15ª [Delegacia de Polícia Civil] registrando o boletim de desaparecimento. Então, com a assinatura de um termo de responsabilidade, entregamos ele a ela”, pois todos direitos da criança estavam preservados, continua Simão.

O conselheiro lembra ainda que quando não há risco de violação de direitos das crianças e dos adolescentes, nem desabono, o previsto em lei é que o jovem permaneça no convívio familiar, de preferência no núcleo da família.

“Agora vamos seguir acompanhado a família, que foi encaminhada para os serviços do território, para que acompanhem também e para ver se existe qualquer outra fragilidade que possa ser atenuada com proteção da rede. Essa é a medida padrão”, finaliza Simão Zanchetti.

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