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Casa-museu a céu aberto chama a atenção no Universitário

Lá, o pintor e construtor Francisco Timóteo da Costa montou, em um local bem arejado e embaixo de árvores, um espaço para tirar a família de...

Publicado em

Por Deyvid Alan

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A pandemia do novo coronavírus que mudou a rotina de todo o mundo fez surgir no Bairro Universitário, em Cascavel, uma “casa-museu” a céu aberto. A residência, localizada na Rua Integração, esquina com a Rua Odontologia, chama a atenção de quem passa pelo local.

Lá, o pintor e construtor Francisco Timóteo da Costa montou, em um local bem arejado e embaixo de árvores, um espaço para tirar a família de casa e respirar um ar fresco durante os dias mais restritos de circulação na pandemia.

“Fiz esse ‘negócio’ aí na frente da minha casa por causa da pandemia. Pendurei panela, moinho, moedor e esses outros materiais aí não para chamar a atenção, mas para quando receber visita nós comermos ali fora, para evitar de ficar um perto do outro, aglomerado. Ali tem bastante banco, bastante cadeira, tem ventilação… Às vezes também passa gente na rua, cansada, e fica ali para descansar. Às vezes está chovendo e acontece de a pessoa se abrigar ali. Mas foi bem natural esse processo”, explica Francisco.

Sobre os materiais pendurados, ele diz alguns ele compra, outros ele já tinha guardado em casa e outros ainda ele ganhou.

“Acontece muito de as pessoas pararem para perguntar, principalmente os mais jovens, para que servia alguns objetos. Outros veem e depois me trazem algo para pendurar. Outros ainda param querendo comprar alguma coisa, mas eu não vendo, não”, continua ele.

Com o endereço virando referência no bairro, Francisco diz que vai investir mais nos adornos. “As pessoas veem como um museuzinho, mas bem rústico. Eu comecei agora, ainda vai melhorar. Coloquei iluminação recentemente, então à noite ficou mais bonito ainda”.

Dentre os materiais no local, dois chamam a atenção por terem sido construídos por Francisco com rodas de caminhão usadas. Uma estrutura ele usa para torrar café e outra como churrasqueira.

De caminhão, aliás, entende bem um morador das redondezas, Antônio Juarez Ferreira de Melo, caminhoneiro aposentado que parou para apreciar a “exposição” e reconheceu praticamente todos os itens dela.

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