
Presos na Operação Regalia seguem detidos em Cascavel e Curitiba
Na ação, a Corregedoria da Polícia Civil junto ao Gaeco prenderam preventivamente um delegado de Quedas do Iguaçu, um policial civil e um agente de cadeia,...
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Por Fábio Wronski
Nesta terça-feira (09), a CGN buscou atualização sobre o caso dos detidos na Operação Regalia, que foi realizada na semana passada em Quedas do Iguaçu.
Na ação, a Corregedoria da Polícia Civil junto ao Gaeco prenderam preventivamente um delegado de Quedas do Iguaçu, um policial civil e um agente de cadeia, além do preso de confiança, os quais são acusados de crimes contra agricultores e empresários de Quedas.
No procedimento, conforme relatado pelas investigações, o detento de confiança saía da cadeia, armado, e se passava por um agente do Ibama, apreendendo produtos em propriedades rurais, após a alegação de crime ambiental.
Já na delegacia, os ‘infratores’ eram convencidos a pagar propina para terem os objetos apreendidos devolvidos e a continuação do processo encerrada, sem confecção de multa. Conforme o Gaeco, as cobranças variavam de R$ 8 a R$ 80 mil.
Com as ações de busca e apreensão realizadas na semana passada, alguns materiais e celulares foram apreendidos, sendo que a análise está em fase de acabamento.
Com isto, os detidos deverão ser ouvidos pela autoridade policial, entretanto, estas oitivas deverão ser realizadas de forma online.
Conforme o advogado Luciano Katarinhuk, parte dos envolvidos estão em Curitiba, como os clientes que representa, e outros estão em Cascavel.
A princípio, por orientação dos advogados, os acusados devem se manter em silêncio.
O processo corre em segredo absoluto de Justiça, ou seja, sem visibilidade para maiores detalhes da investigação.
Todos os envolvidos foram detidos de forma preventiva e seguem aguardando as decisões da justiça.
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