
Operação Regalia: Detidos já foram ouvidos, mas apenas para relatar se receberam o tratamento adequado
Os quatro investigadores, o escrivão e o agente penitenciário que foram alvos da operação desencadeada nas cidades de Quedas do Iguaçu e Cascavel estão detidos em...
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Por CGN
Os seis detidos na manhã desta quarta-feira pelo Gaeco de Francisco Beltrão e a Corregedoria da Polícia Civil do Paraná na Operação Regalia já foram ouvidos pelo juiz responsável pelo caso.
Os quatro investigadores, o escrivão e o agente penitenciário que foram alvos da operação desencadeada nas cidades de Quedas do Iguaçu e Cascavel estão detidos em Cascavel, mas devem seguir ainda hoje para Curitiba. Eles estão detidos provisoriamente.
Advogado de um deles, Luciano Katarinhuk acompanhou toda a oitiva, encerrada há pouco.
Segundo ele, foi realizada apenas a audiência de custódia, para verificar como se deu ação que culminou nas prisões.
“A única pergunta feita pelo juízo foi se houve tratamento adequado e da forma como foram cumpridos mandados de prisão”, explica o advogado, sobre essa parte específica da instrução penal.
Katarinhuk também indagou o juiz o porquê de o processo correr em segredo absoluto de Justiça, ou seja, sem visibilidade para os defensores dos acusados.
Assim, o primeiro passo da defesa deverá ser pedir acesso aos processos, para ter acesso à acusação e às provas ali produzidas, para em seguida pedir a revogação das prisões.
Sobre seu cliente, especificamente, Katarinhuk disse que ele alega inocência e que “nada de relevante, nem dinheiro” foi encontrado nos dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ele, um na Delegacia de Quedas do Iguaçu, onde estava de plantão, e outro em Cascavel, onde reside.
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