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Imagem referente a Acusado de matar mulher a facadas na Avenida Tancredo Neves será julgado nesta terça-feira
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Acusado de matar mulher a facadas na Avenida Tancredo Neves será julgado nesta terça-feira

Na ocasião, de acordo com os autos, o acusado disse que foi jantar na casa da irmã e quando estava retornando para casa de carro, foi...

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Por Paulo Eduardo

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Na tarde desta terça-feira (02) acontece no auditório da Unipar o julgamento de Alberi Gonçalves de Souza, acusado de homicídio. O crime aconteceu em março de 2016, nas proximidades da Avenida Tancredo Neves.

Na ocasião, de acordo com os autos, o acusado disse que foi jantar na casa da irmã e quando estava retornando para casa de carro, foi abordado por uma mulher e um homem, os quais anunciaram um assalto. Alberi relatou em juízo que trabalhava como metalúrgico. Ele retirou uma faca de dentro do carro e correu atrás dos supostos assaltantes.

O acusado acertou golpes de faca na mulher, que ficou gravemente ferida. Os socorristas do Siate foram chamados para atendê-la, mas ela entrou em óbito. O rapaz que estava com mulher também foi atingido, mas apenas no braço e não teve graves ferimentos.

Um motociclista que passava pelo local presenciou o momento em que o acusado desferiu os golpes de faca contra os supostos assaltantes. Alberi estaria com um Ford Ka, sendo que a placa foi anotada e repassada aos investigadores. Um policial civil relatou que foi até a casa do acusado e encontrou uma faca suja de sangue. O policial complementou ainda dizendo que o acusado assumiu a autoria do crime, veja:

“[…] o réu admitiu a autoria dos fatos dizendo que havia bebido em uma festa e depois foi até a Avenida Tancredo Neves para apanhar uma prostituta, quando alguns travestis teriam subtraído a carteira do réu, daí o réu teria ido até a casa dele, pegou a faca e retornou ao local onde esfaqueou a vítima; a vítima seria companheira de um dos travestis”, teria relatado Alberi ao policial.

Entretanto, o réu negou ao juiz que teria procurado uma garota de programa, conforme relatado do magistrado:

” […] deu uma facada na vítima fatal, mas ela ainda veio para cima do interrogado; momento em que deu mais uma facada e saiu dali; havia bebido um pouco, mas não estava embriagado; não é verdade que pretendia contratar programa sexual com a prostituta, pois não sobrava dinheiro para isso”.

De acordo com a justiça, a versão apresentada pelo réu (de que, antes dos fatos, teria sido agredido pela vítima, em uma tentativa de assalto) não está em total desacordo com as provas colhidas. Em depoimento prestado em juízo, o policial civil que acompanhou a diligência relatou que o réu também estava machucado e que estas lesões possivelmente teriam ocorrido antes dos fatos, em tese, na tentativa de roubo sofrida por Alberi.

A defesa de Alberi sustenta que o réu é confesso no crime, porém alega que ele agiu em legítima defesa, devendo ser absolvido das imputações feitas. No mesmo sentido, Alberi, em sua defesa, também alega que agiu em legítima defesa.

O resultado do júri deve ser divulgado ainda hoje.

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