
Farmacêutico nascido em Nova Esperança dirige Fundação Butantan
A Fundação Butantan, criada em 1989, é o órgão de apoio administrativo às atividades científicas do Instituto Butantan, este vinculado à Secretaria da Saúde do Estado...
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Por Deyvid Alan

Desde outubro de 2017, a Fundação Butantan tem como diretor-executivo o nova-esperancense Rui Curi. Graduado em Farmácia-Bioquímica pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em 1980, ele é professor aposentado pela Universidade de São Paulo (USP), onde fez mestrado e doutorado em Fisiologia Humana. Tem cinco pós-doutorados internacionais, é livre-docente e professor titular na USP desde 1998.
A Fundação Butantan, criada em 1989, é o órgão de apoio administrativo às atividades científicas do Instituto Butantan, este vinculado à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo e fundado em 1901, à época como Instituto Serumtherapico.
Como diretor-executivo, Curi tem o desafio de gerir os contratos firmados, o que inclui aqueles para a vacinação anticovid-19. “Nosso desafio é produzir e fornecer vacinas e soros para o Ministério da Saúde e, assim, atender a saúde pública brasileira”, frisa Curi.
Pelo menos 90% dos soros contra picadas de animais peçonhentos têm origem no Butantan, que se destaca nacional e internacionalmente na incorporação de tecnologias para uso em saúde humana. O diretor-executivo também exemplifica que “todas as doses de vacina da gripe comum no Brasil são produzidas no Butantan: anualmente, 80 milhões de doses, o que representa 10% da produção mundial dessa vacina”.
Pioneirismo na vacinação contra a pandemia
O Instituto Butantan, respeitada organização de pesquisa e amplamente lembrada por seus soros antiofídicos, é o principal produtor de imunobiológicos do Brasil e responsável pela produção nacional da CoronaVac, a única vacina anticovid-19 produzida no país até então, com matéria-prima enviada pelo laboratório chinês Sinovac Life Science, do grupo Sinovac Biotech.
Minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter autorizado o uso emergencial da CoronaVac, no último dia 17, a primeira dose do imunizante foi aplicada, em São Paulo (SP). No dia seguinte, 4,6 milhões de frascos começaram a ser distribuídos para as cinco regiões brasileiras enquanto que 1,4 milhão de doses permaneceu no Estado de origem.
Fonte: UEM
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