
Motorista capota carro ao fazer manobra irregular e acaba preso por embriaguez em Campo Mourão
O homem de 43 anos dirigia um Peugeot 208 pela Avenida Miguel Luiz Pereira, sentido a rodoviária, quando tentou passar para o outro lado da rodovia,...
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Por Luiz Oliveira

Um motorista acabou capotando um veículo ao tentar acessar um local proibido, em Campo Mourão (PR).
O homem de 43 anos dirigia um Peugeot 208 pela Avenida Miguel Luiz Pereira, sentido a rodoviária, quando tentou passar para o outro lado da rodovia, mas usando um acesso proibido.
O local, bastante estreito, foi construído para quem desce a Rua Miguel Luiz Pereira para acessar a Avenida Capitão Índio Bandeira. Ao tentar a conversão por esse local, o condutor se deparou com um Ford Ka, placas de Araruna, que fazia a manobra para acessar a Capitão Índio Bandeira.
A condutora do Ford Ka, para não bater de frente, subiu no canteiro, causando danos e seu veículo. Já o motorista do Peugeot perdeu o controle da direção e capotou, ficando o veículo com os pneus para cima.
No Ford Ka a motorista de 26 anos estava acompanhada de mais duas mulheres, mas apenas ela teve alguns ferimentos e foi encaminhada ao hospital Pronto Socorro.
Já o condutor do Peugeot recusou atendimento do Corpo de Bombeiros. Com a chegada a Polícia Rodoviária Estadual ele foi submetido ao teste do etilômetro e o exame apontou que ele havia ingerido bebida alcoólica (1,00 mg/L de álcool por litro de ar expelido), nível acima do permitido para motoristas. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a delegacia.
O QUE DIZ A LEI
Configura-se como crime de trânsito quando o resultado do teste do bafômetro ou do exame clínico indicar concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue, ou igual ou superior a 0,33 miligrama de álcool por litro de ar alveolar. Sendo assim, a penalidade é bem mais severa do que a prevista para a infração. As consequências são o pagamento de multa, a suspensão ou proibição para obter a permissão ou a habilitação para dirigir e detenção. O tempo de detenção pode variar de 6 meses a 3 anos.
O texto é do site Tá Sabendo.
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