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Pochettino se diz um melhor treinador por trabalhar com Neymar e Mbappé

“A relação com eles é espontânea e natural. Nós nos aproximamos mostrando que somos genuínos e esperando o mesmo deles. Não prejulgamos as pessoas e quando...

Publicado em

Por Agência Estado

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O argentino Mauricio Pochettino revelou o quanto é prazeroso e interessante ter um elenco jogadores do nível de Neymar e Mbappé. Em entrevista ao jornal espanhol ‘Marca”, o treinador apontou os dois craques como possuidores de uma ‘superinteligência emocional’ e se considera um melhor profissional após ter a oportunidade de trabalhar com atletas deste nível.

“A relação com eles é espontânea e natural. Nós nos aproximamos mostrando que somos genuínos e esperando o mesmo deles. Não prejulgamos as pessoas e quando chegamos a um lugar estamos abertos a essa mudança”, disse o treinador. “Eles estão ansiosos para ver como você chega e como fala com eles. Antes de tudo são pessoas e têm uma superinteligência emocional que os faz entender em qualquer situação. Às vezes interagimos com gestos. A confiança não se conquista em um ano, é com um gesto ou uma palavra, e temos uma boa sensação com eles e com todos desde o primeiro dia.”

O treinador, de 48 anos, também comentou os rumores de que Mbappé poderia se transferir para o Real Madrid. “Quem não ama o Mbappé? Nós comentamos isso. Ele se faz amar, com aquele sorriso, seu rosto e sua energia. Aos 19 anos foi campeão mundial, coisas fortes acontecem com ele, mas ele é especial e diferente, com muita inteligência emocional. Tem muito potencial para se desenvolver, mas já é um presente, não apenas um futuro. É um desafio e sorte trabalhar com esses tipos de talento, eles fazem de você um treinador melhor. Você propõe uma solução para esse tipo de jogador e te devolve cinco.”

Jogador do Paris Saint-Germain entre os anos de 2001 e 2003, Pochettino afirmou saber da obsessão do clube pela conquista da Liga dos Campeões e se fiz preparado para suportar a pressão. “Aqui não serve outra coisa que não seja vencer. Ganhar a Champions é uma ilusão há 50 anos, nunca a ganhamos, e quando eu era jogador era uma obsessão. Esse é o objetivo, não podemos pensar em fazer um bom papel na Champions, pois estamos falando em vencê-la. Para isso temos que construir e ter uma estrutura que apoie e melhore o esportivo. Desde que perdemos a final com o Tottenham, nosso sonho é ter a possibilidade de voltar a disputar uma final.”

Dia 16 de fevereiro, o PSG enfrenta o Barcelona, na Espanha, no primeiro duelo das oitavas de final da Liga dos Campeões. O jogo de volta está programado para 10 de março, na França.

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