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Imagem referente a Albuquerque: não há prejuízo se privatização da Eletrobras for aprovada no 2ºsem.
Foto: Marcelo Casal Jr/ Agência Brasil

Albuquerque: não há prejuízo se privatização da Eletrobras for aprovada no 2ºsem.

Na semana passada, Albuquerque afirmou que acredita que os deputados e senadores vão aprovar o PL até o primeiro semestre. Nesse cenário, segundo ele, seria possível...

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Por Agência Estado

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Imagem referente a Albuquerque: não há prejuízo se privatização da Eletrobras for aprovada no 2ºsem.
Foto: Marcelo Casal Jr/ Agência Brasil

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nesta segunda-feira, 18, que não haverá prejuízo se a análise do projeto de lei (PL) da privatização da Eletrobras ficar para o segundo semestre de 2021. O texto, uma das prioridades do governo federal, foi enviado ao Congresso em 2019, mas não avançou.

Na semana passada, Albuquerque afirmou que acredita que os deputados e senadores vão aprovar o PL até o primeiro semestre. Nesse cenário, segundo ele, seria possível iniciar a implementação da capitalização da empresa já neste ano.

Apesar de descartar prejuízos em uma possível demora para análise da matéria, Albuquerque afirmou que, se não for privatizada, a Eletrobras não terá como manter sua participação atual na geração e na transmissão de energia elétrica. “Não há prejuízo. A empresa está aí, está fazendo aquilo que pode fazer. Não tem recursos que seriam necessários para manter participação dela na geração e transmissão de energia, mas está sendo muito bem administrada”, disse à TV Globo e à CNN.

“Entendemos que é importantíssimo para o setor elétrico que a Eletrobras volte a ter capacidade de investimentos”, disse. As declarações foram dadas após reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes. O titular do MME disse que a intenção foi alinhar a atuação das pastas em relação a projetos prioritários no Congresso e na realização de leilões anunciados para este ano.

Além da Eletrobras, ele destacou a tramitação do projeto que trata do regime de exploração do pré-sal, a modernização do setor elétrico e a Nova Lei do Gás. Questionado sobre as eleições para o comando do Congresso, ele evitou citar nomes de candidatos. “Nós trabalhamos com o Congresso Nacional, com as lideranças políticas, quaisquer que sejam elas.”

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