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Confiança empresarial sobe 1,0 ponto em novembro ante outubro, diz FGV

“A confiança empresarial segue em trajetória gradualmente ascendente. Há insatisfação com a situação corrente dos negócios, que é ainda considerada aquém da ‘normalidade’ pelo empresariado. Já...

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Por Agência Estado

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O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 1,0 ponto em novembro ante outubro, para 95,4 pontos, informou nesta segunda-feira, 2 a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o indicador avançou 0,4 ponto, o quarto mês consecutivo de crescimento.

“A confiança empresarial segue em trajetória gradualmente ascendente. Há insatisfação com a situação corrente dos negócios, que é ainda considerada aquém da ‘normalidade’ pelo empresariado. Já as expectativas evoluíram favoravelmente no mês, praticamente convergindo para o nível neutro de 100 pontos”, avaliou Aloisio Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.

“Se, por um lado, o Comércio já não está tão otimista quanto nos meses anteriores, após o anúncio da liberação de recursos do FGTS, a Indústria ganhou algum fôlego após cinco meses de marcante desânimo. A confiança da Construção continua sendo a menor entre os grandes setores, mas sua evolução tem sido a mais favorável neste segundo semestre”, completou Campelo Júnior.

Em novembro, o Índice de Situação Atual (ISA-E) caiu 0,2 ponto, para 92,2 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-E) subiu 0,6 ponto, para 99,9 pontos.

“O ISA ainda muito inferior aos 100 pontos retrata um empresariado insatisfeito com o ritmo dos negócios – ainda abaixo do nível considerado ‘normal’ – e com expectativas neutras (nem pessimista nem otimista) em relação à evolução da economia nos próximos meses”, acrescentou Campelo Júnior.

Entre os componentes do ICE, houve melhora na confiança da Indústria, Serviços e Construção em novembro. A confiança da Construção vem crescendo desde o final do segundo trimestre de 2019 (à exceção de setembro), e nesse mês atinge o maior nível desde setembro de 2014 (89,9 pontos). Outra notícia favorável do mês foi a melhora das expectativas industriais, que vinham piorando nos dois meses anteriores, apontou a FGV.

A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 4.382 empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 26 de novembro.

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