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Imagem referente a INCC-M sobe 0,88% em dezembro após 1,29% em novembro, revela FGV

INCC-M sobe 0,88% em dezembro após 1,29% em novembro, revela FGV

Ambos os componentes arrefeceram no mês. A taxa de Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 2,45% para 1,76% entre novembro e dezembro, sendo que a parte...

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Por Agência Estado

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Imagem referente a INCC-M sobe 0,88% em dezembro após 1,29% em novembro, revela FGV

O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) desacelerou o ritmo de alta em dezembro ante novembro, de 1,29% para 0,88%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (23). Com esse resultado, o índice acumulou alta de 8,66% em 2020 ante 4,13% em 2019.

Ambos os componentes arrefeceram no mês. A taxa de Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 2,45% para 1,76% entre novembro e dezembro, sendo que a parte referente a Materiais e Equipamentos desacelerou de 2,85% para 2,08%, com alívio em todos os subgrupos, destacando-se materiais para instalação (2,79% para 1,17%) e materiais para acabamento (2,61% para 1,44%). No ano, esse componente teve alta de 19,13%.

Já a taxa do indicador de Serviços teve alívio de 0,73% em novembro para 0,38% em dezembro, com contribuição mais significativa de refeição pronta no local de trabalho, que passou de 1,81% para 1,18%. Em 2020, a alta foi de 3,69%. No componente de Mão de Obra, a variação foi de 0,24% para 0,06% entre os dois meses e de 2,54% no ano.

Influências individuais

O único item listado pela FGV como influência de baixa em dezembro foi vale-transportes (-0,12% para -0,25%). Em contrapartida, as principais contribuições individuais de alta foram vergalhões e arames de aço ao carbono (que desacelerou de 5,05% para 4,57%), tubos e conexões de ferro e aço (que arrefeceu de 7,87% para 6,08%), tijolo/telha cerâmica (2,56% para 3,82%), cimento Portland comum (que teve alívio de 3,00% para 2,68%) e esquadrias de alumínio (que desacelerou de 5,91% para 2,28%).

Capitais

Assim como o índice nacional, o INCC-M perdeu força em seis capitais: Brasília (1,32% para 0,64%), Belo Horizonte (1,04% para 0,88%), Recife (1,52% para 0,89%), Rio de Janeiro (1,27% para 0,94%), Porto Alegre (2,48% para 1,29%) e São Paulo (1,13% para 0,76%). Em contrapartida, Salvador mostrou aceleração de 0,83% para 1,17%.

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