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Imagem referente a Confiança do comércio cai 0,5% em dezembro ante novembro, diz CNC
Comércio, Brasília (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Confiança do comércio cai 0,5% em dezembro ante novembro, diz CNC

O movimento representa a primeira queda na confiança desde junho, quando o índice atingiu a mínima histórica, afetado pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus....

Publicado em

Por Agência Estado

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Imagem referente a Confiança do comércio cai 0,5% em dezembro ante novembro, diz CNC
Comércio, Brasília (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O comerciante brasileiro encerrou o ano de 2020 menos otimista, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 0,5% em dezembro ante novembro, para 108,5 pontos.

O movimento representa a primeira queda na confiança desde junho, quando o índice atingiu a mínima histórica, afetado pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Embora permaneça na zona de avaliação positiva, o Icec ainda está 20 pontos abaixo do nível pré-pandemia. Na comparação com dezembro de 2019, o indicador encolheu 13,3%.

Na passagem de novembro para dezembro, a piora na confiança foi puxada pela deterioração das expectativas para o curto prazo e das intenções de investimentos.

O subíndice de Condições Atuais do Empresário do Comércio subiu 1,7% em dezembro ante novembro, com melhoras nas avaliações sobre a economia (+1,3%), sobre o setor (+1,1%) e sobre a empresa (+2,7%).

Já o subíndice de Expectativas do Empresário do Comércio caiu 1,7%, com perdas nos três componentes: economia (-2,4%), setor (-1,3%) e empresa (-1,3%).

O subíndice de Intenções de Investimentos caiu 0,2% em dezembro ante novembro, com piora na intenção de contratação de funcionários (-0,8%) e na avaliação dos estoques (-1,3%), mas melhora na intenção de investimentos na empresa (+2,1%).

Segundo a CNC, o agravamento da pandemia e a perspectiva do fim do auxilio emergencial no início de 2021 aumentou a percepção de incertezas no setor.

“Diminuiu a proporção de empresários que esperam melhora na atividade no curto prazo, bem como no desempenho do varejo. Já a intenção de investimento na empresa ainda mantém alguma evolução, pois fatores como a manutenção das taxas de juros em nível baixo favorecem o acesso ao crédito.”, justificou a economista Izis Ferreira, responsável pela pesquisa da CNC.

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