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Imagem referente a Leite azedo nas escolas? Temperatura e armazenamento são os principais fatores a serem levados em conta

Leite azedo nas escolas? Temperatura e armazenamento são os principais fatores a serem levados em conta

Programa Leite das Crianças é destinado a famílias com renda média per capita mensal inferior a meio salário mínimo......

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Por CGN

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Imagem referente a Leite azedo nas escolas? Temperatura e armazenamento são os principais fatores a serem levados em conta

Alimento fundamental para crianças de 6 a 36 meses de idade de famílias com renda média per capita mensal inferior a meio salário mínimo cadastradas no Programa Leite das Crianças, do Governo Estadual, o leite distribuído de forma gratuita em Santa Tereza do Oeste foi alvo, nesta sexta-feira (11), de questionamentos à CGN por parte de alguns usuários do programa no município.

Os relatos eram de que o produto recebido nesta data estava azedo.

Em um deles, de uma mãezinha que não quis se identificar, ela diz que já passou pela mesma situação mais de uma vez:

“Já é a segunda vez que eu pego leite e ele vem azedo. Como as crianças tomam esse tipo de leite? Meu filho está chorando porque quer o ‘mamá’ dele, e se eu não tenho dinheiro para comprar? Porque nem sempre tenho, eu recebo um salário mínimo, é complicado!”.

Segundo apurou a reportagem da CGN, diversos fatores podem contribuir para isso, sendo o armazenamento e a temperatura os principais.

No Colégio Estadual Santa Tereza do Oeste, a diretora Julina Soares de Oliveira Marcinak, explicou que os pacotes de leite são recebidos às 08h nos dias em que são entregues, nas segundas e sextas-feiras, e armazenados em refrigeradores até serem distribuídos, às 13h, para as 189 famílias cadastradas no município.

Ainda segunda ela, o excedente, quando por algum motivo o leite não é retirado pelas famílias cadastradas, é doado à Apae e à Pastoral da Educação do município.

Isso porque o produto é pasteurizado e, diferentemente dos leites de caixinha (UHT), tem uma validade de apenas sete dias, segundo a responsável pelo laticínio que venceu a licitação estadual para prestar o serviço na cidade, Giovanna Koppenhagen Fagundes:

“É que esse leite é pasteurizado, processo no qual é aquecido e depois resfriado num choque térmico no qual se eliminam as bactérias nocivas, mas permanecem aquelas consideradas ‘boas’ para o organismo”.

Ainda segundo ela, o processo é rápido: “o leite que é entregue segunda-feira é produzido na sexta e no sábado anterior, enquanto o que é entregue na sexta-feira é produzido na quarta e na quinta-feira anterior”, explica.

Ela diz ainda que o produto é analisado, inclusive pela Vigilância Sanitária, desde quando o leite sai do produtor até chegar às escolas, e diz que o armazenamento e a temperatura devem ser levados em conta para a manutenção da qualidade:

“até mesmo na geladeira deve haver o cuidado, tanto com a temperatura quanto com o local em que é guardado dentro dela. Nesses dias de calor, a partir do momento em que saem da refrigeração já estão sujeitos a deterioração. O ideal é receber e ir imediatamente para casa. Se a pessoa for fazer algo antes, deve se preocupar com o armazenamento correto”, explica.

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