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Dia do Fonoaudiólogo: profissional atua de forma preventiva no Huop

Todos os bebês nascidos no Huop passam pela avaliação do fonoaudiólogo. O objetivo é identificar cedo possíveis alterações auditivas com o teste da orelhinha. Esse teste...

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Por Allan Machado

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A rotina envolve atendimento de pacientes de todas as idades. No Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop), o fonoaudiólogo está presente desde o nascimento até a vida adulta. “A Fonoaudiologia faz parte da equipe multidisciplinar e atua de forma interdisciplinar em várias etapas da vida, desde o nascimento, no auxílio do aleitamento materno, até a vida adulta, no reestabelecimento da dieta oral de forma segura”, explica a fonoaudióloga Silvana Duarte.

Todos os bebês nascidos no Huop passam pela avaliação do fonoaudiólogo. O objetivo é identificar cedo possíveis alterações auditivas com o teste da orelhinha. Esse teste é obrigatório e realizado já nos primeiros dias de vida. “São cerca de 350 nascimentos por mês no hospital e essa avaliação é importante para identificar essas complicações, e se identificadas é feito também a orientação aos pais”, comenta.

Na vida adulta, uma das atuações do profissional é a avaliação de pacientes que tiveram a permanência em ventilação mecânica prolongada. “Isso pode provocar alterações na deglutição, e por isso, é necessário a intervenção de forma preventiva para que essas alterações não sejam prejudiciais para a alimentação. E os pacientes que também precisam da sonda, o trabalho também é realizado de forma precoce para que seja reestabelecida a dieta oral ainda antes da alta”, ressalta Silvana.

COVID-19

Nos últimos meses a atuação do fonoaudiólogo se estendeu também para a ala Covid-19 no Huop. Nesse momento da pandemia, os desafios da doença também fazem parte da rotina. “É necessário uma avaliação com frequência e de forma preventiva também, pois muitos dos pacientes necessitam de sonda e precisam ter a avaliação para voltar a dieta de forma oral. Há ainda pacientes entubados, que também precisam de uma atenção voltada às possíveis alterações na voz e deglutição”, explica Silvana.

COMEMORAÇÃO

Mesmo em meio a desafios durante a pandemia, Silvana relata ter motivos para comemorar. “A profissão é mais reconhecida, principalmente com o atendimento realizado de forma precoce e é essencial ter o profissional inserido no ambiente hospitalar para amenizar as possíveis sequelas. E claro, também conseguimos orientar e demonstrar a importância do fonoaudiólogo mesmo quando o paciente ganha alta, e isso é importante para uma boa qualidade de vida dos pacientes”, ressalta.

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